sábado, 6 de maio de 2017

Revolução Silenciosa e a Nova Ordem Micronacional

Raviv Al Abdallah, ex-Ministro da Propaganda do Reino da Escorvânia, uma personalidade polêmica, que não é dos dias de hoje, tem dado trabalho a coroa Escorvanesa, por suas ideias "controversas", despertando ira até de setores mais liberais do Reino.

O jovem micronacionalista, motivado pelo fulgor da juventude em suas veias, defendeu sempre ideais da extrema-esquerda, pregando abertamente o republicanismo, além de acusar, injustamente, Sua Majestade Real, como um tirano, tendo em vista a constituição expressamente limitar as atuações do Kfah, o que afasta, por si só, a acusação feita pelo jovem cidadão.

O que poucos sabem, é que fortes indícios constatam que o jovem micronacionalista, na verdade foi corrompido por uma antiga organização micronacional, que visa destruir todas as monarquias do micromundo, e o alvo principal se encontra nas monarquias mais liberais e democráticas, por serem, aos olhos desta organização, mais fáceis de serem destruídas primeiro.

Esta organização, desconhecida pela maioria dos micronacionalistas, inclusive micronacionalistas da velha-guarda, existe desde meados dos anos 2000, no auge das monarquias micronacionais, e atua silenciosamente em vários países do mundo, pregando a implantação da República e do Comunismo. Em diversos países do micromundo, seus esquemas foram descobertos, e o "modus operandi" quase sempre é o mesmo: corromper autoridades locais, através de promessas ou até devaneios ideológicos, para que atuem contra a coroa, e assim implantar a Internacional Micronacionalista, que seria uma nação republicana global, comandada por uma pequena oligarquia socialista, subjulgando todo o micromundo, suprimindo a liberdade como conhecemos hoje.

Da forma mais ofensiva, surgiu em meados de 2016, os Estados Confederados Micronacionais, que abertamente defendiam lutar contra todas as monarquias do mundo micronacional, montando toda uma estrutura de sabotagem contra os monarcas. Felizmente, naquela ocasião, os principais países do micromundo, conseguiram repelir a ameaça, porém, a situação permanece a mesma, os Republicanos não dormirão!

Não são pacíficos republicanos, são revolucionários, que agem no silêncio, como mesmo diz o nome da Revolução criada pelo ex-ministro. O silêncio é a arma destes que pregam a Nova Ordem Micronacional, em todos os becos do micromundo, fazendo inimigos reaquecerem seu ódio, enquanto, no meio desta briga, destroem ambos os governos, simultaneamente, até destruírem todo o micromundo, como conhecemos hoje.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Banlegis e INP: Saiba o que são estas novidades e como elas vão influenciar seu dia-a-dia.

O Ministério da Economia e o Ministério da Justiça mostraram bastante serviço nesta tarde de hoje (19 de Fevereiro), trazendo para o povo escorvanês duas inéditas novidades para o hobby: O Índice Nacional de Preços (INP) e o Banco de Dados da Legislação do Reino da Escorvânia (BANLEGIS). Saiba como estas duas novidades vai influenciar, você cidadão escorvanês, no seu dia-a-dia.

1. Índice Nacional de Preços (INP) 

O Índice Nacional de Preços, ou simplesmente INP, será um índice medido, mensalmente, pelo Ministério da Economia, com base no dinheiro existente nas contas bancárias do Banco Nacional da Escorvânia, a fim de mensurar a quantidade de dinheiro em circulação no reino, detectando quantas novas cédulas foram emitidas pelo Banco Nacional da Escorvânia, apontando a valorização ou desvalorização da moeda em face a inflação. 

No primeiro mês de instituição do INP, verificou-se uma pequena inflação de 6% (seis por cento), contrariando os dois últimos períodos anteriores (quando esta medida foi feita pela própria Folha Liberal), aonde tivemos um pequeno período de deflação de preços e outro período com pequena inflação.

Muito embora este novo índice não gere reflexo sobre nenhum contrato público ou particular, a expectativa é que, no futuro, a medida que a população estiver adaptada a este índice, ele sirva como fator de reajuste de contratos, valores venais imobiliários, e até quem sabe, de salários e remunerações, explica o autor do projeto e ministro da economia, Hafez Al-Feres. 

2. Banco de Dados da Legislação do Reino da Escorvânia (BANLEGIS)

O Banco de Dados da Legislação do Reino da Escorvânia, ou simplesmente BANLEGIS, vem de um desejo antigo de reunir, em uma única plataforma, fora do facebook, toda a legislação principal do Reino da Escorvânia, em vigor, para a consulta de toda a população nacional e também estrangeiros interessados. 

Este banco de dados vem solucionar aquela dúvida dos escorvaneses, em saber, quais leis regem o país, dando mais transparência a população e conscientizando-a de seus direitos e deveres, através da facilitação do acesso à legislação.

Para conhecer o BANLEGIS, visite o site a seguir: https://hafezalferes.wixsite.com/banlegis


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Ajuste dos gastos da Casa Real promete economia de R$ 9 mil por ano

Proposta de iniciativa da Casa Real, prevê um corte no orçamento mensal da Casa Real, de cerca de oito salários mínimos mensais, o que resultaria em uma economia bruta anual, aos cofres públicos, de mais de nove mil ryais. 

Esta alteração impactaria positivamente na economia nacional, pois ajudaria a manterem baixos os índices inflacionários do Ryal, evitando-se o cenário de hiper-inflação que marcou o começo da moeda, no segundo semestre de 2015.

A benevolência da Casa Real para com a economia, não se restringe apenas ao conte de gastos mensais, ao contrário, está em trâmite uma proposta de aumento do salário mínimo, que passaria a ser de R$ 110,00 (cento e dez ryais). Caso o ajuste do salário mínimo passe na Assembleia, assim como os cortes orçamentários da Casa Real, a "economia do Kfah" permitira a contratação de mais sete soldados para o exército escorvanês. Além disso, o aumento do mínimo, impactará na maior injeção de dinheiro na economia, e na arrecadação tributária (IUN). 

A expectativa é que, até o final do semestre, o Reino tenha finalmente concretizado sua economia, com o Ministro da Economia e Justiça Hafez Al-Feres, que promete conduzir, com "mãos-de-ferro" a economia nacional, a fim de conter qualquer ameaça de inflação que possa vir a surgir. De antemão, o ministro assegura que a inflação média do período não deverá exceder a 3% ao mês.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

E se a Escorvânia fosse um país macro...?

Uma questão que passa na cabeça de todo micronacionalista, é imaginar como seria a micronação se fosse um país real, do mundo macro. Pois bem, o príncipe Hafez Al-Feres, pioneiro nos estudos de economia na Escorvânia, resolveu tirar esta dúvida para nós, através de seu estudo recente.

A Escorvânia é uma Monarquia Parlamentar Constitucional, com serviço militar obrigatório, com cerca de quatorze cidadãos ativos, com uma inflação mensal de 0,07% (Inflação Fev/2017), ocupando uma área territorial de 662.478 km² (Escorvânia Central - sem a Damânia e Ramália). Claro que estes números são bastante modestos para o mundo macro, mas é possível aplicar uma conversibilidade, a fim de adequá-los a realidade macronacional.

Consideremos que cada cidadão ativo correspondesse a um milhão habitantes do mundo macro, logo, a população da Escorvânia seria de 14.000.000 habitantes, ou seja, a Escorvânia teria uma população próxima a da existente em Chade ou Senegal, que ocupam a posição 71ª e 72ª no ranking mundial de maior população. 

O território do Reino da Escorvânia, seria pouco maior ao território afegão (652.090 km²), que é o 40º maior do mundo. Desta forma, a densidade populacional da Escorvânia seria de 21,13 hab./km², equivalente a do Peru, a 160ª maior do mundo. 

A moeda nacional (Ryal) contudo, emitida em Setembro de 2015, com lastro equivalente a 0,50 gramas de ouro, considerando a inflação acumulada no período e a cotação do ouro no mercado internacional, hoje 1 Ryal Escorvanês equivaleria a US$ 0.79 - cotação semelhante ao valor atual do dólar canadense.

O Produto Interno Bruto do Reino, considerando a mesma regra de conversibilidade aplicada a população, seria de US$ 95,982,511,500.00 - entre o PIB nominal da Ucrânia e Equador, conforme o FMI (2015), que são a 61ª e 62ª economias mundiais, respectivamente. O PIB per capita nominal seria de US$ 6,855.89 - equivalente ao da Bulgária (77º maior do mundo).

A desigualdade social poderíamos considerá-la como moderada, aonde 57% da riqueza nacional se encontra na mão dos dez por cento mais ricos (Coeficiente Gini: 0.57), equivalente a existente em Honduras (macro).  O IDH estaria próximo ao de Marrocos, com 0,619. 

Por fim, a carga tributária do Reino da Escorvânia representa um impacto de 26% sobre o PIB, considerada moderada, e bastante próxima de países como Coréia do Sul, Cazaquistão, Estados Unidos e Croácia.

Conclusão

O Reino da Escorvânia é incontestavelmente um país com economia capitalista, que poderia ser perfeitamente considerado como uma economia em desenvolvimento, no mundo macro, com um cenário econômico que permite grande diversidade para os mais variados tipos de empreendedorismo. Considerando a Escorvânia se tratar de um país do Oriente Médio, no mundo macro seria perfeitamente equiparável a Jordânia, vejamos em números:

Note que a semelhança é bem alta, ou seja, o escorvanês que gostaria de imaginar como seria sua micronação, se existisse macro, bastaria olhar para o Reino da Jordânia, para compreender os aspectos socioeconômicos do Reino da Escorvânia.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Rádio na Escorvânia pode ser pioneira no micromundo orientalista

Embora muitas tentativas anteriores de se estabelecer uma rádio micronacional tenham sido tentadas no micromundo lusófono, dificilmente lograram êxito por conta da queda drástica das atividades das micronações aonde eram instaladas.

Projetos até mais ousados que a instalação de uma rádio, foram tentadas em outras micronações, como a tentativa de criar um canal de televisão na República de Cártago, que teve até um certo êxito, apesar da efêmera existência desta micronação. 

Na Escorvânia, contudo, parece que será um tanto diferente. O dinamismo escorvanês, aliado com o espírito empreendedor de Suleyman Al-Hussein, idealizador da Rádio de Notícias da Escorvânia, certamente assegurará um empreendimento inovador e de grande chance de sucesso, mostrando, mais uma vez, o pioneirismo da Escorvânia entre as micronações da lusofonia.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Papai noel deixou... a economia estável!

Escorvaneses ganharam o melhor presente de natal que poderiam esperar do "papai noel". De acordo com os números do Banco Nacional da Escorvânia, e da pesquisa sobre economia escorvanesa, feita pelo príncipe Hafez Al-Feres, os números são simplesmente muito animadores: a economia estabilizou-se. 

Se no começo do mês, comemorávamos uma deflação de cerca de cinco pontos percentuais, para janeiro, teremos uma "sensível" inflação de 0,12% nos preços, isto é, a economia está vivendo um momento muito próspero para investimentos de longo prazo, com os preços sofrendo pouquíssima variação, a economia escorvanesa finalmente se consolida como uma economia estável, em escala global, que poderá ser, em pouco tempo, muito atrativa para o comércio e investidores internacionais.

De acordo com o estudo, existem hoje, na Escorvânia, cerca de R$ 8.672,49 (oito mil seiscentos e setenta e dois ryais e quarenta e nove centavos de ryais) por habitante, um número considerado bom, tendo em vista o dinamismo econômico nacional. Além disso, os mais ricos não estão tanto na berlinda, ao contrário, a fortuna dos mais ricos do reino, em pouco, ou nada alterou além da inflação, desde a implementação do plano econômico, mostrando que a Escorvânia conseguiu conciliar desenvolvimento econômico com uma relativa igualdade social.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Inflação da Escorvânia é uma das menores de sua história

De acordo com a pesquisa pelo próprio Príncipe Real e Ministro da Justiça da Escorvânia, o Reino da Escorvânia tem muito que comemorar, contando com a segunda deflação de preços desde a implantação do sistema econômico em Agosto de 2015.
A primeira deflação, ocorrida em Outubro de 2015, atingiu o patamar de -15,5%, e esta segunda, registrada agora em Dezembro, atingiu o patamar de -5,7%, ou seja, o Rial, a moeda escorvanesa, recuperou parte do poder de compra, em relação ao mês anterior (Novembro), quando a inflação atingiu 11,1% em relação ao mês anterior (Outubro).

Para o responsável pela pesquisa, o príncipe Hafez, a deflação é reflexo do Imposto Único Micronacional, que, além de aumentar a arrecadação fiscal do Reino, favoreceu a maior circulação de numerários, reduzindo a necessidade do Banco Nacional da Escorvânia (BNE) emitir mais papel moeda, como ocorria no passado, com maior frequência. 

Histórico da Inflação na Escorvânia

- Set/2015: 75,5%
- Out/2015: -15,5% 
- Nov/2015: 32,7%
- Dez/2015: 9,7%
- Jan/2016:  11,8%
- Fev/2016: 23,1%
- Mar/2016: 13,0%
- Abr/2016: 6,2%
- Mai/2016: 12,4%
- Jun/2016: 22,9%
- Jul/2016: 5,3%
- Ago/2016: 14,2%
- Set/2016: 7,0%
- Out/2016: 8,2%
- Nov/2016: 11,1%
- Dez/2016: -5,7%
- Média do Período: 14,5%

Como pode ser observado, o histórico das taxas inflacionárias do Reino, a tendencia sempre tem sido de redução destas taxas, principalmente após Julho de 2016, quando taxas acima de 10% tornaram-se menos frequentes (apenas dois casos: em Agosto e em Novembro). Para o responsável pela pesquisa, isto mostra um amadurecimento da economia escorvanesa, que tem mostrado exito pela simplicidade e funcionalidade, desde sua implantação. 

Atualmente, de acordo com a pesquisa, já foram emitidos R$ 121.270,85 pelo BNE, até o momento. De acordo com a mesma pesquisa, R$ 1.00 (um ryal) de Agosto de 2015, corresponderia hoje a quantia de R$ 23,78 (vinte e três ryais e setenta e oito centavos), mostrando a mudança do poder de compra da moeda. 

Mas, apesar da perda do poder de compra da moeda, verifica-se que o cenário econômico é bastante positivo, e que, provavelmente, se o ritmo atual for mantido, a inflação média geral em Julho do ano que vem será de no máximo 8%, algo que é admirável para um sistema econômico micronacional.

Se considerarmos que cada mês micronacional equivale a três meses macronacionais, para fins econômicos, poderíamos dizer que temos o seguinte cenário para o Ryal escorvanes: 

Inflação Média no Primeiro Ano: 25,6%
Inflação Média no Segundo Ano: 13,5%
Inflação Média no Terceiro Ano: 13,4%
Inflação Média no Quarto Ano: 10,12%
Inflação Média no Quinto Ano: -1,43% (*)

(*) Até o momento.

Desta forma, vejamos que, apesar dos altos e baixos, a inflação sempre tem tido queda, atingindo seu ápice no ano de implantação da moeda, algo normal com qualquer sistema econômico, mesmo macronacional. Assim, o cenário é bastante otimista para o futuro da nação.