sexta-feira, 13 de maio de 2016

Igreja Cristã na Escorvânia ganha novas forças neste 13 de Maio

Pela manhã, o príncipe herdeiro, Hafez Al-Feres, pronunciou-se em Belém sobre a importância do Dia da Religião e pediu por solidariedade e tolerância aos povos, chamando a população de Irmãos e Irmãs, gesto de humildade ímpar para um nobre, na história do micronacionalismo.

Durante a tarde, S.A.R. esteve presente em uma reunião com o Líder da CEMIC, que mostrou interesse em trazer uma representação da Igreja para o solo escorvanês, com o fim de ampliar e integrar o cristianismo micronacional.

Após a longa conversa, Dom Hafez entendeu que seria benéfica a vinda da CEMIC e propôs a criação de dois templos no país, um em Jerusalém e outro em Damman, proposta esta em conformidade com os interesses do Kfah.

A vinda da CEMIC mostra um importante marco, não somente para o micronacionalismo pátrio, como também global, pois a CEMIC visa reestruturar o cristianismo católico em todo o micromundo, sem as ambições que corromperam as tentativas anteriores de promover o catolicismo no micromundo lusófono.

Com a vinda da CEMIC, a tradicional Igreja Cristã Episcopal do Damanistão, passará a pertencer a comunhão da CEMIC, conforme acordado, sendo-lhe assegurada grande autonomia na estrutura organizacional da CEMIC na Escorvânia, tornando assim, Dom Hafez, o responsável pela CEMIC no Reino, que se comprometeu a não medir esforços para a estruturação do cristianismo no país.

No passado, Dom Hafez recebeu seus estudos teológicos de membros da MIC, quando residiu em Reunião, na pequena Vila de Tamaratori, porém, por questões filosóficas, desligou-se da instituição e na França, foi responsável pela criação da primeira Igreja Cristã Ortodoxa no micromundo, posteriormente faria o mesmo em Badakhshan e Asgard, todavia, nestas três tentativas não houveram grandes êxitos, como o esperado. O sucesso das empreitadas de Dom Hafez surgem em Damanistão, porém a Igreja Ortodoxa fundada por Dom Hafez, optou por não utilizar a nomenclatura "Ortodoxa", a fim de evitar conflitos com outras igrejas que não compartilhavam do pensamento cristão defendido por Dom Hafez, e haviam apenas se tornado células de concentração de poder.

Com a CEMIC, Dom Hafez mostra-se otimista, e crê que finalmente verá concretizar seu sonho de cristianismo independente no micromundo, fazendo a fé-Cristã voltar ao seu objetivo de fato: representar o poder do amor na Terra.

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