Novos tempos para a política da Escorvânia surgem, e a divisão entre esquerda e direita no país deixa de ser tão clara como foi no passado, quando surgiram os movimentos políticos no Reino.
Historicamente, a direita escorvanesa foi representada pelo Movimento Conservador, que defendia o tradicionalismo cultural escorvanês, enquanto, a esquerda, tínhamos o Movimento dos Trabalhadores, que defendia uma política trabalhista, nunca sendo explicita se esta política possuía ou não cunho socialista.
Contudo, o Movimento dos Trabalhadores veio a sofrer fortes mudanças, e, para manter-se na oposição aos conservadores, mudou seu nome para Movimento Liberal, todavia, reduziram-se as diferenças ideológicas entre os movimentos, fazendo com que o Movimento Liberal situasse no centro político da Escorvânia, deixando a Esquerda sem qualquer representatividade no Reino.
Recentemente, com o aumento significativo da atividade no Reino, fez com que surgisse uma terceira frente política, baseada no nacionalismo e conservadorismo social: o Movimento Patriótico. Com o surgimento do Movimento Patriótico, os conservadores perderam sua posição como direita escorvanesa, passando-se a situar na centro-direita nacional.
A mudança na posição política do Movimento Conservador, fez com que o diálogo entre o Movimento Conservador e Liberal se intensificasse, a ponto de decidirem, nesta data de hoje, pela fusão dos dois movimentos, a fim de formar o maior movimento político do Reino da Escorvânia: o Movimento Democrático Conservador.
Com o surgimento do Movimento Democrático Conservador (MDC), manteve-se muitas das bandeiras de luta do extinto Movimento Liberal, fazendo-se clara oposição ao Movimento Patriótico, contudo, a defesa do tradicionalismo cultural escorvanês manteve-se no novo movimento, que passa a defender uma política conservadora baseada na democracia e no pluralismo social. Desta forma, o MDC torna-se um ícone forte do centrismo político escorvanês, com cinco membros fundadores.

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