A União das Micronações Americanas e da Oceania (UNAM), como passou-se a designar após a aprovação da Carta da América, a UNAM tem como membros plenos cinco nações: Piratini, União Platina, Escorvânia, Pathros e Porto Claro.
Apesar de terem ocorrido modificações recentes no quadro de membros, a UNAM representa uma nova e significativa força no micronacionalismo, sobretudo se considerarmos sua base de atuação: a América é o novo ocidente micronacional.
Em um cenário aonde, a Europa Micronacional não tem mais espaço para expansão e implantação de novas micronações, com estrutura ocidentalizada, resta apenas a América e a Oceania, para o surgimento destas novas micronações, o que tem efetivamente ocorrido desde 2013.
Contudo, a edificação deste "novo-Ocidente", traz consigo valores basilares de suma importância, como o Estado de Direito e os direitos humanos. É inadmissível na "Nova América", alguma nação que num respeite tais princípios.
Por esta razão, a UNAM incomoda muita gente, pois ela tem consigo, importantes e poderosas micronações, tais como Pathros e Escorvânia, que são membros plenos da Liga das Micronações, renomada organização política do micronacionalismo lusófono, e que comungam do mesmo ideal de proteção e defesa dos direitos humanos e do Estado de Direito, mostrando que não há mais espaço para abusos na atual fase da lusofonia.

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