quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Iniciativa de venda de lotes na Jordânia é um sucesso

No dia 23 de Outubro, o governo da Jordânia e Damanistão, anunciou o nome dos contemplados com o programa de venda de lotes, por sorteio, de Nova Damman, aonde será edificada a Cidade Universitária da UNIJOR.

A venda de lotes mostrou-se uma grande oportunidade de investimentos que, apesar de arriscada, todos conseguiram ser contemplados.

Agora, o governo da Jordânia e Damanistão está preparando a documentação para a oficialização das aquisições, tendo o governo o prazo de 20 dias úteis para concluir os trâmites de transferência de propriedade aos contemplados. Após a transferência da propriedade aos contemplados, estes poderão edificar seus imóveis ou revendê-los a terceiros.

A iniciativa da venda por sorteio, teve como base estimular a competitividade entre os cidadãos e arrecadar fundos para a edificação da nova cidade universitária.

Imposto Único na Escorvânia: Primeiras Impressões

Recentemente, entrou em vigor, no dia 3 de Novembro, o Imposto Único Nacional (IUN), que unifica, em escala nacional, toda a tributação do Reino, tornando simplificada a arrecadação tributária, que passa ser unicamente voltada nas movimentações bancárias dos contribuintes.

A iniciativa da criação do IUN, veio da ineficiência dos municípios e regiões autônomas em tributar, como era previsto no Código Tributário do Reino, além do elevado aumento da concentração de capitais no Reino da Escorvânia, que estava ameaçando o futuro da economia nacional. Com o novo imposto, o governo espera que os capitais, hoje congelados em contas bancárias, sejam empregados na economia de forma mais ativa.

Com o IUN, o contribuinte poderá saber quando e quanto pagará de impostos, ficando despreocupado com "surpresas tributárias", como ocorria anteriormente, explica o Ministro da Justiça Hafez Al-Feres. 

Abaixo, selecionamos algumas das dúvidas mais frequentes sobre o novo imposto:

Quais impostos foram substituídos pelo IUN?

O IUN substituiu o IMEX, o IOF, o ICMS e o ITBD, em todo o território nacional. Desta forma, o contribuinte pagará, de uma só vez por período fiscal, um tributo baseado na renda do contribuinte, todos seus tributos devidos à fazenda pública nacional. Desta forma, as propriedades na Escorvânia ficaram totalmente isentas de impostos. Vale destacar que a administração pública ainda poderá cobrar taxas pelos serviços públicos prestados individualmente.

Qual é a duração do período fiscal?

O período fiscal terá duração de 25 (vinte e cinco) dias. Desta forma, como a primeira arrecadação ocorreu em 3/11/2016, a próxima ocorrerá somente em 28/11/2016, e assim sucessivamente.

Quanto terei de pagar de IUN?

O imposto adota um sistema de alíquotas progressivas, que recaem sobre o saldo da conta-corrente e também sobre os depósitos realizados na conta corrente do contribuinte. 

- Alíquotas sobre o saldo da conta-corrente do contribuinte: Nesta modalidade, o IUN incidirá da seguinte forma, com oito faixas de arrecadação diferentes, de acordo com o saldo da conta-corrente do contribuinte:
1ª Faixa - saldo inferior a R$ 300.00 - Valor cobrado: R$ 100.00 (Impacto: 33,4%)
2ª Faixa - saldo entre R$ 300.00 a R$ 400.00 - Valor cobrado: R$ 200.00 (Impacto: 66,7%)
3ª Faixa - saldo entre R$ 400.00 a R$ 600.00 - Valor cobrado: R$ 300.00 (Impacto: 75%)
4ª Faixa - saldo entre R$ 600.00 a R$ 1,000.00 - Valor cobrado: R$ 400.00 (Impacto: 66,7%)
5ª Faixa - saldo entre R$ 1,000.00 a R$ 2,200.00 - Valor cobrado: R$ 500,00 (Impacto: 50%)
6ª Faixa - saldo entre R$ 2,200.00 a R$ 3,000.00 - Valor cobrado: R$ 600,00 (Impacto: 27,2%)
7ª Faixa - saldo entre R$ 3,000.00 a R$ 5,900.00 - Valor cobrado: R$ 700.00 (Impacto: 23,4%)
8ª Faixa - saldo acima de R$ 5,900.00 - Valor cobrado: R$ 900.00 (Impacto: 15,3%)

É importante frisar que o imposto não será exigido, quando o saldo em conta-corrente for insuficiente para o pagamento do tributo.

- Alíquotas sobre os depósitos bancários: Nesta modalidade, o IUN incidirá sobre os depósitos bancários, da seguinte forma, com apenas três faixas de incidência:
1ª Faixa - depósito de até R$ 300.00 - Valor cobrado: R$ 10.00 (Impacto: 3,4%)
2ª Faixa - depósito de R$ 300.00 a R$ 900.00 - Valor cobrado: R$ 30.00 (Impacto: 10%)
3ª Faixa - depósito acima de R$ 900,00 - Valor cobrado: R$ 50.00 (Impacto: 5,5%)

Quem não pagará o IUN?

De acordo com o Código Tributário do Reino da Escorvânia, não pagarão o IUN, as fazendas públicas em geral, o templos religiosos, as embaixadas e representações de governos estrangeiros e as pessoas jurídicas de direito público que não exerçam atividade econômica.


terça-feira, 4 de outubro de 2016

Cidade Sacra é projetada para a Jordânia

O Plano para Ocupação e Colonização da Jordânia (PCOL-Jordânia), feito pelo Emirado da Jordânia e Damanistão, ainda não divulgado oficialmente, mas já mencionado por diversas vezes em discursos do Emir Dom Hafez, prevê a divisão territorial da Jordânia em cinco municipalidades (Aman, Al-Feres, Madaba, Nova Damman e Tabuk).

Destas cidades, somente Tabuk existia antes da ocupação da Jordânia, aonde existe uma pequena vila, sem governo municipal constituído, herdada da antiga Arábia Feresita.

O plano de colonização pretende entregar, até Janeiro de 2018, as cinco cidades, devidamente urbanizadas, ficando a capital adminitrativa em Aman, a cidade universitária em Nova Damman, e Madaba, por estar as margens do Rio Jordão, como cidade sacra.

A cidade sacra em questão, seria administrada pela Igreja Cristã da Escorvânia, que irá instalar uma infraestrutura completa voltada para a propagação da religiosidade cristã no país.

Acerca do projeto da cidade cristã, pouco foi divulgado, mas acredita-se que, igual está sendo feito em Nova Damman, Madaba será também uma cidade planejada.

Antissemitismo: Por que ainda existe?

Uma das coisas que mais preocupam na atualidade é a sobrevivência dos sentimentos antissemitas em nossa sociedade. 

Como sabemos, milhares de homens e mulheres inocentes, foram brutalmente assassinados por práticas antissemitas em todo o mundo, pela única razão de pertencerem ao povo semita, que sem sombra de quaisquer dúvidas, é o povo escolhido por Deus, o Deus de Abraão, que presenteou o Oriente Médio com toda sua herança e sabedoria.

Infelizmente, os demais povos não aceitam este fato, e as perseguições quase sempre são frequentes, sejam em macro ou no micronacionalismo, que a princípio, deveria ser um hobby, aonde todos poderiam ser o que quisessem, mas como sabemos, o jogo de poder no micronacionalismo, faz justificar perseguições que nem sequer deveriam existir por aqui.

Infelizmente, uma turva perseguição aos povos semitas, independente de credo religioso, tem sido notável, e a Escorvânia tem sentido os reflexos desta perseguição, por ser a principal nação semita do micromundo lusófono. Por esta razão, os escorvaneses tem o sagrado dever de repudiar qualquer perseguição a nosso povo. Viva o povo semita! Igualdade, Liberdade e Tolerância para a lusofonia.

Emirado da Jordânia e Damanistão estuda implantação da UNIJOR

Recentemente, o governo do Emirado da Jordânia e Damanistão, editou um decreto que estabelece o Centro Universitário da Jordânia (UNIJOR) que será feito na cidade planejada de Nova Damman, na Jordânia.

Compreendida no meio do deserto, a cidade de Nova Damman será totalmente planejada para receber estudantes vindos de toda parte do país e do mundo, vindo a abrigar uma das mais modernas Escolas de Direito da lusofonia. 

No campi da UNIJOR serão oferecidos, além do curso de Direito, os cursos de Comunicação Social e Teologia, gradualmente instalados, assim que as obras para a instalação do centro universitário forem concluídas.

A previsão é que, até Janeiro de 2017, seja inaugurado o primeiro curso de Direito da Escorvânia, e depois, no decorrer do ano de 2017, a instalação dos demais cursos universitários.

Sobre o andamento da instalação do centro universitário, consultamos o governo emiral, que não forneceu entrevista a nossa equipe, mas outras fontes indicam uma possível parceria entre o governo emiral e a Monte Líbano para a execução do projeto.

Padme: Um futuro aliado? Entrevista com Dom Hafez.

Desde a vinda recente do Honorável Senhor Lobsang Tashi a Escorvânia, muitas dúvidas ficaram entre os compatriotas, dentre elas: Que país é Padme? Podemos confiar em um país dirigido por pessoas que historicamente tiveram em conflito com nossa nação? Quais as intenções de Padme? Enfim, muitas perguntas das quais não sabemos a resposta, mas podemos fazer meras suposições sobre.

O renomado Professor de Direito e Ministro da Justiça da Escorvânia, além de Reitor "pro tempore" da UNIJOR, Dom Hafez Al-Feres que já atuou, em algumas ocasiões, como representante diplomático no micronacionalismo lusófono, concedeu entrevista a nossa equipe, explicando a situação da Escorvânia com Padme.

(DH) - Dom Hafez | (FL) - Folha Liberal

FL - Antes de tudo, antes de começarmos nossa entrevista, a Folha Liberal gostaria de desejar um Bom Dia a Sua Alteza e prestar-lhe votos de saúde e prosperidade nesta data importante, que é seu aniversário!

DH - Antes de tudo, um Bom Dia a todos, e dizer que fico muito agradecido pelos votos de saúde e prosperidade prestados pela equipe da Folha Liberal, e muito mais agradecido ainda pelo convite de conceder esta importante entrevista, a fim de esclarecer a apreensiva sociedade escorvanesa sobre esta aproximação política entre as nações.


FL - Pois bem, prossigamos com nossa entrevista, nossa equipe gostaria de pedir a Sua Alteza, se tem como dizer para nossa equipe, alguns aspectos gerais sobre a nação de Padme e qual a razão desta aproximação com a Escorvânia?

DH - Pois bem, Padme é um pequeno país, situado na região do centro-leste asiático. Apesar de ser uma micronação orientalista, assim como a Escorvânia, não possui qualquer relação mais próxima, se não essa, com nosso Reino. Cultualmente falando, o país é bastante distinto do nosso, o que permite que não haja qualquer atrito neste sentido, sendo ambas as nações, representantes pioneiras de suas respectivas culturas, ou seja, ambas possuem interesses em comuns muito relevantes, que merecem atenção constante.


FL - Sua alteza nos disse, que ambas as nações possuem interesses em comum muito relevantes, Sua Alteza poderia nos citar-los.

DH - Sim, veja bem, Padme é uma micronação orientalista, assim como nós, e como sabemos, as micronações orientalistas, por conta do projeto orientalista ser bastante recente, ainda enfrenta grandes obstáculos no micronacionalismo lusófono, até por conta de preconceitos herdados do mundo macro, logo, um interesse em comum, se não o maior, entre Padme e Escorvânia, é desmistificar este preconceito sobre o oriente, e apresentar um modelo micronacionalista moderno, eficiente e sério, a fim de assegurar, inclusive, uma sobrevida ao micronacionalismo lusófono, que tem enfrentado sérias dificuldades ultimamente. 

FL - Correto. Vimos que falou sobre uma dificuldade recente enfrentada pelo micronacionalismo lusófono, e que as micronações orientalistas poderiam ajudar a superar esta crise. De que forma estas micronações poderiam fazer isso?

DH - Bom, uma principal característica das micronações orientalistas, desde que surgiram, em meados de 2014-2015, é a revisão das plataformas de envolvimento entre os participantes. O modelo de participação por fórum, consagrado no micronacionalismo lusófono, não está mais sendo eficaz em manter a atividade dos participantes. Com o surgimento das redes sociais e seu sucesso, principalmente no Brasil, as redes sociais mostraram-se muito mais eficazes em aproximar os micronacionalistas, do que os antigos fóruns ou listas de e-mails, pois, graças a mecanismos das redes sociais, permite que o participante mantenha atividade constante no micronacionalismo. Se considerarmos que o principal problema das micronações lusófonas hoje é a inatividade, esta mudança de plataforma mostrou-se bastante eficaz em combater este significativo problema, e temos a Escorvânia como prova da eficiência deste novo modelo de micronacionalismo, como sendo uma das micronações mais ativas do micromundo lusófono.

FL - Excelente. Mudando um pouco de assunto, a fim de responder uma das principais dúvidas da população sobre Padme, que está relacionada às suas lideranças: É possível confiar nas lideranças de Padme? O que foi feito até agora entre ambas as nações?

DH - Bom, Padme é um estado republicano, algo que, apesar de não ser inédito no micronacionalismo lusófono, torna o projeto, por si só, bastante ambicioso, tendo em vista o histórico fracasso das tentativas republicanas no nosso micronacionalismo, mas, apesar deste detalhe, não devemos nos preocupar com as lideranças de Padme, uma vez que eles buscaram aproximação com nosso país e deixaram bem claras suas intenções, coincidentes com as da Escorvânia. Contudo, a Escorvânia também agiu com cautela, rejeitando a dupla-nacionalidade entre os cidadãos, mas esta rejeição certamente não será impeditivo para a aproximação dos países. Por enquanto, um completo memorando está em votação na Assembleia Nacional, bastante autoexplicativo sobre o que foi acordado, e que, modesta parte, um dos melhores feitos até hoje.

FL - Para finalizar, Sua Alteza gostaria de deixar algum recado a nossos leitores?

DH - Meus amigos e minhas amigas, não precisamos ter medo de Padme, na verdade, esta aproximação somente demonstra o aumento de nossa influência no micromundo. Recentemente, tivemos a aproximação com os portugueses, agora com Padme, ou seja, de qualquer forma, a Escorvânia tem deixado de ser um remoto projeto, para se tornar uma emergente potência micronacional. Meus amigos, num devemos temer nações, mas sim indivíduos, observando suas atitudes constantemente, pois o micronacionalismo é feito de indivíduos, e estes é que fazem a grande diferença.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Escorvânia recebe os portugueses e discute políticas para o futuro das nações

A Escorvânia recebeu estes dias, a ilustre visita de Sua Excelência, Gabriel Bertochi, do Reino Unido de Portugal e Algarves (RUPA), que foi calorosamente recebido pela população nacional, que ofereceu-lhe estadia em um dos melhores hoteis da nação, Hotel Mehejar, na Cidade de Raiab, interior do país.

A visita do ilustre representante do governo português, teve por finalidade estreitar as relações diplomáticas entre a RUPA e o Reino da Escorvânia, mostrando uma frutífera parceria, com micronações sólidas e com muitos interesses em comum, sobretudo, para a promoção da paz mundial e desenvolvimento dos desportos micronacionais, última tendência de integração do micronacionalismo lusófono, tem tem surtido êxito em outras micronações, dentre elas, a Itália e a Escorvânia, que já conta com dois clubes de futebol (Dubai F.C. e o Monte Líbano).

Na visita, foi discutida a troca de embaixadas em entre os países, procedimento este ainda em discussão, que tem sido acompanhado pelas autoridades escorvanesas. Detalhes sobre o procedimento tem sido mantido em sigilo, por ser considerado um assunto de Estado entre os países.