segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

E se a Escorvânia fosse um país macro...?

Uma questão que passa na cabeça de todo micronacionalista, é imaginar como seria a micronação se fosse um país real, do mundo macro. Pois bem, o príncipe Hafez Al-Feres, pioneiro nos estudos de economia na Escorvânia, resolveu tirar esta dúvida para nós, através de seu estudo recente.

A Escorvânia é uma Monarquia Parlamentar Constitucional, com serviço militar obrigatório, com cerca de quatorze cidadãos ativos, com uma inflação mensal de 0,07% (Inflação Fev/2017), ocupando uma área territorial de 662.478 km² (Escorvânia Central - sem a Damânia e Ramália). Claro que estes números são bastante modestos para o mundo macro, mas é possível aplicar uma conversibilidade, a fim de adequá-los a realidade macronacional.

Consideremos que cada cidadão ativo correspondesse a um milhão habitantes do mundo macro, logo, a população da Escorvânia seria de 14.000.000 habitantes, ou seja, a Escorvânia teria uma população próxima a da existente em Chade ou Senegal, que ocupam a posição 71ª e 72ª no ranking mundial de maior população. 

O território do Reino da Escorvânia, seria pouco maior ao território afegão (652.090 km²), que é o 40º maior do mundo. Desta forma, a densidade populacional da Escorvânia seria de 21,13 hab./km², equivalente a do Peru, a 160ª maior do mundo. 

A moeda nacional (Ryal) contudo, emitida em Setembro de 2015, com lastro equivalente a 0,50 gramas de ouro, considerando a inflação acumulada no período e a cotação do ouro no mercado internacional, hoje 1 Ryal Escorvanês equivaleria a US$ 0.79 - cotação semelhante ao valor atual do dólar canadense.

O Produto Interno Bruto do Reino, considerando a mesma regra de conversibilidade aplicada a população, seria de US$ 95,982,511,500.00 - entre o PIB nominal da Ucrânia e Equador, conforme o FMI (2015), que são a 61ª e 62ª economias mundiais, respectivamente. O PIB per capita nominal seria de US$ 6,855.89 - equivalente ao da Bulgária (77º maior do mundo).

A desigualdade social poderíamos considerá-la como moderada, aonde 57% da riqueza nacional se encontra na mão dos dez por cento mais ricos (Coeficiente Gini: 0.57), equivalente a existente em Honduras (macro).  O IDH estaria próximo ao de Marrocos, com 0,619. 

Por fim, a carga tributária do Reino da Escorvânia representa um impacto de 26% sobre o PIB, considerada moderada, e bastante próxima de países como Coréia do Sul, Cazaquistão, Estados Unidos e Croácia.

Conclusão

O Reino da Escorvânia é incontestavelmente um país com economia capitalista, que poderia ser perfeitamente considerado como uma economia em desenvolvimento, no mundo macro, com um cenário econômico que permite grande diversidade para os mais variados tipos de empreendedorismo. Considerando a Escorvânia se tratar de um país do Oriente Médio, no mundo macro seria perfeitamente equiparável a Jordânia, vejamos em números:

Note que a semelhança é bem alta, ou seja, o escorvanês que gostaria de imaginar como seria sua micronação, se existisse macro, bastaria olhar para o Reino da Jordânia, para compreender os aspectos socioeconômicos do Reino da Escorvânia.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Rádio na Escorvânia pode ser pioneira no micromundo orientalista

Embora muitas tentativas anteriores de se estabelecer uma rádio micronacional tenham sido tentadas no micromundo lusófono, dificilmente lograram êxito por conta da queda drástica das atividades das micronações aonde eram instaladas.

Projetos até mais ousados que a instalação de uma rádio, foram tentadas em outras micronações, como a tentativa de criar um canal de televisão na República de Cártago, que teve até um certo êxito, apesar da efêmera existência desta micronação. 

Na Escorvânia, contudo, parece que será um tanto diferente. O dinamismo escorvanês, aliado com o espírito empreendedor de Suleyman Al-Hussein, idealizador da Rádio de Notícias da Escorvânia, certamente assegurará um empreendimento inovador e de grande chance de sucesso, mostrando, mais uma vez, o pioneirismo da Escorvânia entre as micronações da lusofonia.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Papai noel deixou... a economia estável!

Escorvaneses ganharam o melhor presente de natal que poderiam esperar do "papai noel". De acordo com os números do Banco Nacional da Escorvânia, e da pesquisa sobre economia escorvanesa, feita pelo príncipe Hafez Al-Feres, os números são simplesmente muito animadores: a economia estabilizou-se. 

Se no começo do mês, comemorávamos uma deflação de cerca de cinco pontos percentuais, para janeiro, teremos uma "sensível" inflação de 0,12% nos preços, isto é, a economia está vivendo um momento muito próspero para investimentos de longo prazo, com os preços sofrendo pouquíssima variação, a economia escorvanesa finalmente se consolida como uma economia estável, em escala global, que poderá ser, em pouco tempo, muito atrativa para o comércio e investidores internacionais.

De acordo com o estudo, existem hoje, na Escorvânia, cerca de R$ 8.672,49 (oito mil seiscentos e setenta e dois ryais e quarenta e nove centavos de ryais) por habitante, um número considerado bom, tendo em vista o dinamismo econômico nacional. Além disso, os mais ricos não estão tanto na berlinda, ao contrário, a fortuna dos mais ricos do reino, em pouco, ou nada alterou além da inflação, desde a implementação do plano econômico, mostrando que a Escorvânia conseguiu conciliar desenvolvimento econômico com uma relativa igualdade social.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Inflação da Escorvânia é uma das menores de sua história

De acordo com a pesquisa pelo próprio Príncipe Real e Ministro da Justiça da Escorvânia, o Reino da Escorvânia tem muito que comemorar, contando com a segunda deflação de preços desde a implantação do sistema econômico em Agosto de 2015.
A primeira deflação, ocorrida em Outubro de 2015, atingiu o patamar de -15,5%, e esta segunda, registrada agora em Dezembro, atingiu o patamar de -5,7%, ou seja, o Rial, a moeda escorvanesa, recuperou parte do poder de compra, em relação ao mês anterior (Novembro), quando a inflação atingiu 11,1% em relação ao mês anterior (Outubro).

Para o responsável pela pesquisa, o príncipe Hafez, a deflação é reflexo do Imposto Único Micronacional, que, além de aumentar a arrecadação fiscal do Reino, favoreceu a maior circulação de numerários, reduzindo a necessidade do Banco Nacional da Escorvânia (BNE) emitir mais papel moeda, como ocorria no passado, com maior frequência. 

Histórico da Inflação na Escorvânia

- Set/2015: 75,5%
- Out/2015: -15,5% 
- Nov/2015: 32,7%
- Dez/2015: 9,7%
- Jan/2016:  11,8%
- Fev/2016: 23,1%
- Mar/2016: 13,0%
- Abr/2016: 6,2%
- Mai/2016: 12,4%
- Jun/2016: 22,9%
- Jul/2016: 5,3%
- Ago/2016: 14,2%
- Set/2016: 7,0%
- Out/2016: 8,2%
- Nov/2016: 11,1%
- Dez/2016: -5,7%
- Média do Período: 14,5%

Como pode ser observado, o histórico das taxas inflacionárias do Reino, a tendencia sempre tem sido de redução destas taxas, principalmente após Julho de 2016, quando taxas acima de 10% tornaram-se menos frequentes (apenas dois casos: em Agosto e em Novembro). Para o responsável pela pesquisa, isto mostra um amadurecimento da economia escorvanesa, que tem mostrado exito pela simplicidade e funcionalidade, desde sua implantação. 

Atualmente, de acordo com a pesquisa, já foram emitidos R$ 121.270,85 pelo BNE, até o momento. De acordo com a mesma pesquisa, R$ 1.00 (um ryal) de Agosto de 2015, corresponderia hoje a quantia de R$ 23,78 (vinte e três ryais e setenta e oito centavos), mostrando a mudança do poder de compra da moeda. 

Mas, apesar da perda do poder de compra da moeda, verifica-se que o cenário econômico é bastante positivo, e que, provavelmente, se o ritmo atual for mantido, a inflação média geral em Julho do ano que vem será de no máximo 8%, algo que é admirável para um sistema econômico micronacional.

Se considerarmos que cada mês micronacional equivale a três meses macronacionais, para fins econômicos, poderíamos dizer que temos o seguinte cenário para o Ryal escorvanes: 

Inflação Média no Primeiro Ano: 25,6%
Inflação Média no Segundo Ano: 13,5%
Inflação Média no Terceiro Ano: 13,4%
Inflação Média no Quarto Ano: 10,12%
Inflação Média no Quinto Ano: -1,43% (*)

(*) Até o momento.

Desta forma, vejamos que, apesar dos altos e baixos, a inflação sempre tem tido queda, atingindo seu ápice no ano de implantação da moeda, algo normal com qualquer sistema econômico, mesmo macronacional. Assim, o cenário é bastante otimista para o futuro da nação.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Novos Movimentos Políticos: A construção de uma nova Escorvânia

Novos tempos para a política da Escorvânia surgem, e a divisão entre esquerda e direita no país deixa de ser tão clara como foi no passado, quando surgiram os movimentos políticos no Reino.

Historicamente, a direita escorvanesa foi representada pelo Movimento Conservador, que defendia o tradicionalismo cultural escorvanês, enquanto, a esquerda, tínhamos o Movimento dos Trabalhadores, que defendia uma política trabalhista, nunca sendo explicita se esta política possuía ou não cunho socialista.

Contudo, o Movimento dos Trabalhadores veio a sofrer fortes mudanças, e, para manter-se na oposição aos conservadores, mudou seu nome para Movimento Liberal, todavia, reduziram-se as diferenças ideológicas entre os movimentos, fazendo com que o Movimento Liberal situasse no centro político da Escorvânia, deixando a Esquerda sem qualquer representatividade no Reino.

Recentemente, com o aumento significativo da atividade no Reino, fez com que surgisse uma terceira frente política, baseada no nacionalismo e conservadorismo social: o Movimento Patriótico. Com o surgimento do Movimento Patriótico, os conservadores perderam sua posição como direita escorvanesa, passando-se a situar na centro-direita nacional.

A mudança na posição política do Movimento Conservador, fez com que o diálogo entre o Movimento Conservador e Liberal se intensificasse, a ponto de decidirem, nesta data de hoje, pela fusão dos dois movimentos, a fim de formar o maior movimento político do Reino da Escorvânia: o Movimento Democrático Conservador.

Com o surgimento do Movimento Democrático Conservador (MDC), manteve-se muitas das bandeiras de luta do extinto Movimento Liberal, fazendo-se clara oposição ao Movimento Patriótico, contudo, a defesa do tradicionalismo cultural escorvanês manteve-se no novo movimento, que passa a defender uma política conservadora baseada na democracia e no pluralismo social. Desta forma, o MDC torna-se um ícone forte do centrismo político escorvanês, com cinco membros fundadores.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Atividade Crescente em Damanistão: Um pouco de história sobre o sistema de Emirados

Embora tenha passado um bom tempo com baixa atividade, desde a queda das atividades em sua principal cidade, Dubai, o Emirado do Damanistão (oficialmente Emirado da Jordânia e Damanistão), nesta semana, voltou a plenitude de suas atividades, de forma que não era vista desde a Convenção de Belen, que reorganizou o sistema de regiões autônomas na Escorvânia. 

Um pouco de história

Quando surgiu o sistema de regiões autônomas, a ideia tinha por finalidade a defesa militar e colonização, de forma mais rápida, de todo o território escorvanês. 

Como sabido, a Escorvânia surgiu na península de Hatay, todavia, as circunstâncias históricas permitiram que a pequena nação do Hatay dominasse outras nações, que aderiram voluntariamente ao Reino da Escorvânia, durante o Reinado de Abbas I.

Por conta desta adesão voluntária, foram conferidas a estas nações, o status quo de regiões autônomas, permitindo com que elas mantivessem seus governos autônomos, respeitando as disposições constitucionais do Reino incorporador.

O Emirado do Damanistão, quando foi incorporado, trouxe consigo cinco membros ativos para o Reino da Escorvânia, aumentando significativamente a relevância da micronação escorvanesa. Conjuntamente com Damanistão, foram incorporados os Emirados Árabes Unidos, que passariam a fazer parte do Damanistão, dentro da Escorvânia. 

A incorporação dos Emirados Árabes modificaria totalmente a dinâmica do Damanistão, que passaria a ser largamente focada aos Emirados Árabes, que, apesar da então baixa atividade na época de sua incorporação, contava com uma geografia que permitiu o rápido desenvolvimento de importantes centros urbanos, dentre eles, Dubai, que se tornaria a principal cidade da Escorvânia, sob as mãos do Sr. Khalid Al-Ghandir. 

Dubai, contudo, chegou a tornar-se um emirado, por um efêmero período, quando atingiu o auge de sua atividade, após ser reincorporada novamente ao Damanistão, aonde permanece até os dias atuais. 

Após a reincorporação, Dubai se tornaria a principal cidade do emirado, embora nunca tenha sido capital deste, a preocupação em recuperar o prestígio dos tempos áureos da cidade, sempre foi evidente no governo emiral, o que tem sido conquistado sutilmente. 

Embora tenham existido até três emirados e dois protetorados na Escorvânia, hoje Damanistão é o único emirado do país que sobreviveu a um período aonde a ocupação territorial era indispensável para a defesa da Escorvânia, e o sistema de emirados era a única forma de fazer isto rapidamente.

Após a convenção de Belen, o único emirado a sobreviver foi Damanistão, por razões culturais, contudo, deixou de possuir um Poder Judiciário próprio (que nunca chegou a ser instalado anteriormente), e restrita suas autonomias, uma vez que o foco é a integração do Damanistão à Escorvânia. Com a mesma convenção, teve seu território sensivelmente reduzido, mesmo com a incorporação da Jordânia ao território, como forma compensatória, aonde o governo emiral resolveu realizar investimentos, sobretudo na área da educação, criando a UNIJOR, que deve entrar em funcionamento até Março de 2017.

Mudanças Inovadoras

O Emirado teve de se adequar a Convenção de Belen, e ao mesmo tempo, recuperar sua atividade, o que foi conseguido de forma exemplar, apontando, até a data de ontem, a atividade de três membros, esperando o emirado atingir a meta de atividade com cinco membros. 

Atualmente o emirado conta com seis cidades, tendo três ativas (Damman, Dubai e Tabuk), e uma em iminente atividade (Nova Damman - aonde ficará sediada a UNIJOR).

O governo Emiral instalou a prefeitura de Dubai e Tabuk, além da Governadoria da Damânia, reestruturou as contas bancárias do Emirado e suas dependências e pretende tornar a atividade do micronacionalismo mais estável.

Também foi concedida a Ordem do Crescente do Damanistão ao Sr. Raviv Al-Abdallah, que foi o primeiro condecorado da história pela ordem, por conta de seus grandes feitos praticados à sociedade escorvanesa.

O futuro

Todos sabem que o sistema de emirado não tem mais a finalidade que possuía no passado, mas sabemos que as contribuições do Emirado do Damanistão serão eternas para a Escorvânia, dentre elas, a construção da UNIJOR, a construção de várias cidades, dentre elas Dubai, que hoje está na dianteira da Escorvânia, e todo seu espírito de empreendedorismo. 

É incerto o futuro do sistema de emirados, mas é certo que o espírito damanistani sempre estará vivo na sociedade escorvanesa, graças a sua história e obras que deixa como legado à sociedade. 


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Iniciativa de venda de lotes na Jordânia é um sucesso

No dia 23 de Outubro, o governo da Jordânia e Damanistão, anunciou o nome dos contemplados com o programa de venda de lotes, por sorteio, de Nova Damman, aonde será edificada a Cidade Universitária da UNIJOR.

A venda de lotes mostrou-se uma grande oportunidade de investimentos que, apesar de arriscada, todos conseguiram ser contemplados.

Agora, o governo da Jordânia e Damanistão está preparando a documentação para a oficialização das aquisições, tendo o governo o prazo de 20 dias úteis para concluir os trâmites de transferência de propriedade aos contemplados. Após a transferência da propriedade aos contemplados, estes poderão edificar seus imóveis ou revendê-los a terceiros.

A iniciativa da venda por sorteio, teve como base estimular a competitividade entre os cidadãos e arrecadar fundos para a edificação da nova cidade universitária.