Era uma vez o fundador da micronação que viria ser uma das mais poderosas do micromundo lusófono contemporâneo.
O começo modesto da Escorvânia se deu por iniciativa de Samir Ibrahim Al-Feres, que escolheu a Península de Hatay para estabelecer seu hobby. No começo, a Escorvânia tinha pouco prestígio, por conta de suas extremas violações aos direitos humanos e sua falta de projeção internacional.
Quando o controle da nação foi transferido ao atual Kfah, Abbas I, a Escorvânia pode conquistar o apogeu de sua glória, mostrando-se uma pujante micronação, com um ordenamento jurídico moderno e exemplar, sem precedentes na história micronacional lusófonal: a Escorvânia era agora uma potência que incomodava muitos, mas de grandiosidade inquestionável.
Samir, por sua vez, teve de se recolher a uma vida comum, mas mesmo assim conseguiu ser empresário e Grão-Vizir do Reino. Líder do Movimento Conservador, Samir sempre foi um ferrenho opositor da modernização da Escorvânia, sendo contra as leis e códigos modernos que surgiam a partir do reinado de Abbas I.
Sem prestígio, envolvido constantemente em escanda-los na vida empresarial, conseguiu levar o Grupo Zahav, importante grupo empresarial da Escorvânia, que controlava como gestor, à falência, tendo de arcar com os prejuízos sofridos pelo grupo, indo à miséria.
Deixou o micronacionalismo nesta data, renunciando ao seu mandato de Grão-Vizir, sob a justificativa que a Escorvânia teve seu objetivo deturpado e que as burocracias e leis complexas tinham prejudicado o hobby, tornando-a irreconhecível.
Para a sociedade, Samir deixa o legado de como não deve ser o micronacionalista. Segundo Hafez Al-Feres, o micronacionalismo é algo dinâmico, e quem não aceitar as evoluções da sociedade micronacional, estará fadado ao fracasso.

que texto interessante, mas que pena que o Grão-vizir caiu em erro, em horrendo erro.
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