Alemães e escorvaneses nunca estiveram tão próximos e com tantos interesses em comum. De um lado, uma tradicional micronação, respeitada na lusofonia por possuir mais de quinze anos de existência, pioneira no modelo micronacional modelista, do outro, temos a jovial Escorvânia, que apesar de sua recente existência, tem se apresentado como uma potência emergente no continente asiático, uma luz para o futuro da lusofonia.
A assinatura do Acordo de Mergentheim certamente não é apenas uma assinatura de mais um acordo diplomático qualquer, mas um acordo entre duas importantes potências, uma tradicional outra emergente, uma europeia outra asiática, mas ambas transpirando o fulgor da plena atividade, que lhes permite sobreviver na atual lusofonia.
Certamente, é impossível determinar o futuro deste memorável acordo, mas certamente este é um início de uma nova era amistosa entre as nações envolvidas.

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