terça-feira, 26 de julho de 2016

Kfah cria a Ordem Escorvanesa de Mérito Micronacional

Neste final de semana, nas dependências do palácio real, em uma festividade reservada a um público bastante seleto, o Kfah anunciou a criação da Ordem Escorvanesa de Mérito Micronacional, que tem por fim, agraciar, todos os micronacionalistas, escorvaneses ou não, em razão de seus grandes feitos para o desenvolvimento cultural e político micronacional.

A escolha da cor verde para representar a ordem, remete a "cor-maior" do Reino da Escorvânia, enquanto a própria composição da medalha, traz ao seu cento, uma cabeça humana, com seu cérebro exposto, representado por um globo terrestre, representando a simbologia, conjuntamente, a primazia pelo intelecto, a integração entre os povos e a aspiração pelo desenvolvimento da humanidade, tratando todos os homens como iguais e integrados em busca do bem e progresso comum. 

O ex-Grão Vizir comete atentado contra a Cultura Nacional

A equipe do jornal Folha Liberal, recebeu informações do Gabinete-Mor escorvanês que o ex-Grão Vizir e antigo cidadão escorvanês Samir Ibrahim Al Feres, conhecido também por ser Rabino-Chefe da Confederação Judaica Micronacional (COJUM), cometeu grave atentado ao patrimônio cultural do Reino. As autoridades infelizmente nada podem fazer contra o atentado, tendo em vista o fato de que o ex-cidadão não possui mais qualquer vínculos diretos com a atividade micronacional, todavia, cometeu um ato de questionável maturidade, ao invadir banco de dados do Ministério da Comunicação, causando grande prejuízo cultural, excluindo áudios referentes as programações do aniversário do Reino e do Aniversário do Kfah.

O prejuízo causado é irreparável e inestimável, abalando toda sociedade escorvanesa, inclusive Sua Majestade Real, o Kfah, que mostrou-se publicamente estar muito desapontado com a atitude do ex-cidadão.

O Ministério da Cultura não sabe se conseguirá produzir novos áudios para as festividades, pois a produção levaria muito tempo, pois os mesmos foram feitos em língua árabe, com o auxílio de toda uma equipe técnica, que se utilizou de pessoas alheias ao micronacionalismo, para sua elaboração.

Por sorte, o Emir da Árabia Feresita Abdullah Al Feres, que auxiliou na produção dos áudios originais, tinha preservado para si, uma cópia de segurança, de grande parte conteúdo, que será disponibilizada ao público novamente em breve.

Em relação ao Jornal Al-Sahar , ele também voltará com a organização da Princesa Alya Al Haddad Bent Samir Al Feres, herdeira do antigo cidadão Samir Al Feres, prometendo preservar todos os conteúdos originais, prometendo trazer novidades. O objetivo da nova direção é fazer com que o jornal volte a ser um dos principais organismos de mídia informativa do Reino, ao lado do Jornal Al Hussein e da Folha Liberal.

Acerca da volta do Jornal Al-Sahar, entrevistamos o Sr. Hafez Al-Feres, que declarou o seguinte: "Estou muito contente com a volta deste emblemático jornal". O emir do Damanistão, frisou ainda, acerca da atitude do ex-Grão Vizir: "O micronacionalismo sério é baseado na tolerância e no respeito comum, infelizmente, o que vimos ocorrer, foi um completo ato de intolerância, de imaturidade e despreparo do micronacionalista em lidar com as coisas do quotidiano". O emir destacou ainda: "Vale lembrar, que o motivo que o fez deixar a Escorvânia, somente demonstra a imaturidade deste micronacionalista, que deixou o hobby somente por não querer cumprir regras e determinações judiciais".

domingo, 24 de julho de 2016

Emir do Damanistão funda o primeiro clube de futebol do emirado

Estabelecido em Dubai, o rubro-negro damanistani, o Dubai Futebol Clube foi funado esta noite, por S.A.R.S. Dom Hafez, o Emir do Damanistão, na cidade de Dubai, aonde será estabelecido seu estádio e sede.

A iniciativa pioneira torna o Dubai como o segundo clube de futebol do país, atrás apenas do Monte Líbano, primeiro clube de futebol do país.

A iniciativa surge com a promoção de campeonatos de futebol micronacionais, utilizando-se da base do Hattrick. Insta salientar que, embora a atitude seja pioneira, ela não é tão inovadora: o desejo de promover o esporte no micronacionalismo é um antigo desejo de vários micronacionalistas, e esta é uma oportunidade única de talvez se obter sucesso real, neste esforço ímpar.

Conjuntamente com a fundação do Dubai, o Emir do Damanistão estabeleceu a Confederação Escorvanesa de Futebol, que pretende organizar todos os clubes do Reino, profissionalizando o esporte e ajudando na divulgação do futebol escorvanês em âmbito microinternacional.

Folha Liberal como Finalista do Prêmio Peregrino de Jornalismo

Foi divulgado no Reino da Itália, no último dia 22 de Julho, os jornais do micromundo lusófono finalistas do respeitável Prêmio Peregrino de Jornalismo. 

A Folha Liberal, muito embora seja um jovem empreendimento, conseguiu chegar como finalista em três categorias do prêmio: Melhor Matéria Investigativa, Melhor Matéria e Melhor Matéria Contributiva.

Chegar até a final de um respeitável prêmio do jornalismo microinternacional é certamente algo de se gloriar, considerando o pequeno tempo de existência de nosso jornal, e a grandeza de nossos concorrentes. 

Dom Hafez, Presidente e Editor Chefe do Jornal, comentou sobre a recente conquista: "Sem sombra de dúvidas, um orgulho para a sociedade escorvanesa, que propaga sua cultura e suas inovações por todo o mundo, tendo um jornalismo imparcial respeitado em todo o mundo".

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Escorvânia: Um exemplo para os juristas do micromundo

O Reino da Escorvânia, com pouco mais de um ano de existência, dá um "baile" nas demais micronações lusófonas, quando o assunto são leis.

Com um ordenamento jurídico invejável até para micronações mais antigas, como Reunião e França, o ordenamento jurídico escorvanês é praticamente completo, possuindo uma Constituição, Lei de Introdução ao Direito, Código Tributário, Código Criminal e Código Civil, todos elaborados respeitando os costumes nacionais e a vontade popular. 

Na legislação criminal, houve um importante sentimento de buscar respeitar as tradições dos povos nativos da península de Hatay, que eram seguidores do Rahmedismo, adaptando o sistema penal que possuíam aos tempos modernos, tornando o sistema penal moderno mas sem se distanciar dos costumes populares.

No código civil, o princípio basilar foi a liberdade. As relações interpessoais devem ser baseadas na capacidade de negociar livremente todo e qualquer negócio jurídico lícito. Sob este norte, a Escorvânia acabou por conferir total liberdade dos nubentes escolherem as regras que regerão seu casamento, conforme a religião celebrante, quando se tratar de casamento religioso com efeito civil.

Inovações nunca antes vistas em qualquer reino micronacional, apontam a Escorvânia, definitivamente, como uma nação com olhos para o futuro, aonde o monarca é igual a todos os homens, e onde todos os homens somente possuem um único foco: a construção de uma nação que nunca deixará se abalar pelo tempo.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Samir Ibrahim Al-Feres: Da glória ao fim.

Era uma vez o fundador da micronação que viria ser uma das mais poderosas do micromundo lusófono contemporâneo.

O começo modesto da Escorvânia se deu por iniciativa de Samir Ibrahim Al-Feres, que escolheu a Península de Hatay para estabelecer seu hobby. No começo, a Escorvânia tinha pouco prestígio, por conta de suas extremas violações aos direitos humanos e sua falta de projeção internacional.

Quando o controle da nação foi transferido ao atual Kfah, Abbas I, a Escorvânia pode conquistar o apogeu de sua glória, mostrando-se uma pujante micronação, com um ordenamento jurídico moderno e exemplar, sem precedentes na história micronacional lusófonal: a Escorvânia era agora uma potência que incomodava muitos, mas de grandiosidade inquestionável.

Samir, por sua vez, teve de se recolher a uma vida comum, mas mesmo assim conseguiu ser empresário e Grão-Vizir do Reino. Líder do Movimento Conservador, Samir sempre foi um ferrenho opositor da modernização da Escorvânia, sendo contra as leis e códigos modernos que surgiam a partir do reinado de Abbas  I.

Sem prestígio, envolvido constantemente em escanda-los na vida empresarial, conseguiu levar o Grupo Zahav, importante grupo empresarial da Escorvânia, que controlava como gestor, à falência, tendo de arcar com os prejuízos sofridos pelo grupo, indo à miséria.

Deixou o micronacionalismo nesta data, renunciando ao seu mandato de Grão-Vizir, sob a justificativa que a Escorvânia teve seu objetivo deturpado e que as burocracias e leis complexas tinham prejudicado o hobby, tornando-a irreconhecível. 

Para a sociedade, Samir deixa o legado de como não deve ser o micronacionalista. Segundo Hafez Al-Feres, o micronacionalismo é algo dinâmico, e quem não aceitar as evoluções da sociedade micronacional, estará fadado ao fracasso. 

domingo, 3 de julho de 2016

Pedido de Falência do Grupo Zahav é realizado perante o Judiciário

O pedido de falência do Grupo Zahav, no qual o Grão-Vizir é um dos principais acionistas e administrador direto, teve seu pedido de falência oferecido por um dos sócios e credor do grupo, S.M.R., por prejuízos causados pela má gestão de Samir Ibrahim Al-Feres, que, de forma injustificada, sem consultar aos sócios, desvinculou a principal fonte de renda do grupo, o Jornal Al-Sahar de seu ativo.

No pedido formulado perante o Tribunal Real da Escorvânia, entendeu se tratar de ato de mera gerência com intensão de causar fraude aos credores, por tal motivo, foi oferecido o pedido de falência, cujo trâmite ainda está suspenso aguardando o pronunciamento do Sr. Samir Ibrahim Al-Feres, cujo paradeiro é incerto e não sabido, uma vez que, há dias não tem aparecido na rotina micronacional, não respondendo sequer os questionamentos na Assembleia Nacional, acerca de sua gestão como Grão-Vizir.


Até agora, o juiz competente determinou liminarmente o bloqueio de todas as contas de Samir Ibrahim Al-Feres e do Grupo Zahav, a fim de evitar evasão de divisas e fraudes ao processo falimentar.