terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Voltaremos em breve...

A equipe da Folha Liberal, vem a público informar que, nestes pouco mais de um ano de atividade, estaremos suspendendo nossas atividades, por motivos de força maior, por tempo indeterminado, mas prometemos voltar, assim que for possível, com nosso mesmo jornalismo de sempre.

#AtéLogoFolha.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Moeda Internacional: Entenda como funcionará.

Foi aprovada, dia 20 de Setembro, a nova moeda internacional para a Escorvânia, o Ryal Conversível (RYC). A ideia de criação do projeto, tem por finalidade, fortalecer a moeda nacional no comércio exterior, protegendo a evasão de capitais e atraindo maior capital estrangeiro para o país.

Na prática, a Escorvânia passa a ter duas moedas: o Ryal, que passa ter circulação interna apenas, e o Ryal Conversível, que somente serve para o comércio exterior. Mas como isto funciona?

Na prática, é bastante simples. Se uma pessoa tem R$ 3.000,00 (três mil ryais), e quer viajar ou fazer compras no exterior, este valor é convertido para Ryais Conversíveis (RYC), que representarão RYC 600.00 (seiscentos ryais conversíveis), de acordo com a regra de conversibilidade contida na lei. O valor em ryais conversíveis, é o que será considerado, pelo país estrangeiro, para fazer a conversão em moeda local daquele país.

A entrada de dinheiro estrangeiro também é bastante simplificada: Se a pessoa possui 3.000,00 (três mil) em dinheiro estrangeiro, e o câmbio acordado entre este país e a Escorvânia seja de 3 moedas estrangeiras para cada Ryal Conversível, ela terá RYC 1,000.00 (mil ryais conversíveis). Ao entrar em território escorvanês, para fazer compras no país, este valor deverá ser NOVAMENTE convertido, agora para Ryais comuns, moeda de circulação interna, passando a pessoa a ter R$ 5.000,00 (cinco mil ryais). 

A nova regra permite o aumento do poder de compra do estrangeiro no país, e dificulta a evasão de divisas no Reino, equilibrando a balança comercial, explicou o ex-ministro da Economia, Hafez Al-Feres, mentor do projeto que deu origem ao RYC.

Igreja da Escorvânia se prepara para o dia de Nossa Senhora Aparecida

Embora não seja a padroeira da Escorvânia, Nossa Senhora Aparecida poderia ser tida como padroeira das micronações americanas da lusofonia, tendo em vista a origem desta aparição de Nossa Senhora ter ocorrido na América do Sul, e a importância cultural que Nossa Senhora Aparecida possui no Brasil, país macro de onde provém a maioria dos micronacionalistas da lusofonia atual.

Respeitando o valor cultural da maioria, a Igreja da Escorvânia, vinculada a CEMIC, planeja uma expedição à Ilha de Rammalah (Ramalha), aonde será feita uma missa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, no dia 12 de Outubro.

A expectativa é que a missa fale atraia inúmeras autoridades escorvanesas, bem como dos demais países americanos, e seja abordada, nos sermões, questões sobre diversidade e respeito ao próximo, bandeiras de luta histórica do povo escorvanês. 

Por que a UNAM incomoda muita gente?

A União das Micronações Americanas e da Oceania (UNAM), como passou-se a designar após a aprovação da Carta da América, a UNAM tem como membros plenos cinco nações: Piratini, União Platina, Escorvânia, Pathros e Porto Claro.

Apesar de terem ocorrido modificações recentes no quadro de membros, a UNAM representa uma nova e significativa força no micronacionalismo, sobretudo se considerarmos sua base de atuação: a América é o novo ocidente micronacional.

Em um cenário aonde, a Europa Micronacional não tem mais espaço para expansão e implantação de novas micronações, com estrutura ocidentalizada, resta apenas a América e a Oceania, para o surgimento destas novas micronações, o que tem efetivamente ocorrido desde 2013.

Contudo, a edificação deste "novo-Ocidente", traz consigo valores basilares de suma importância, como o Estado de Direito e os direitos humanos. É inadmissível na "Nova América", alguma nação que num respeite tais princípios.

Por esta razão, a UNAM incomoda muita gente, pois ela tem consigo, importantes e poderosas micronações, tais como Pathros e Escorvânia, que são membros plenos da Liga das Micronações, renomada organização política do micronacionalismo lusófono, e que comungam do mesmo ideal de proteção e defesa dos direitos humanos e do Estado de Direito, mostrando que não há mais espaço para abusos na atual fase da lusofonia. 

Memes: Por que eles tiram o sono de muitos micronacionalistas?

Recentemente, um novo fenômeno surgiu na lusofonia, que são os memes. Aparentemente sem nenhum tom de maldade, e até as vezes bastante divertidos, os memes estão cada vez mais se proliferando nos grupos de micronacionalismo da lusofonia.

Alguns criticam, outros adoram este recente fenômeno, que veio para entreter a lusofonia, e tecer uma crítica social nas práticas do "hobby".

Para Hafez Al-Feres, jurista e reitor da Universidade de Dubai (UniDubai), este fenômeno é bastante "positivo", salientando que: "(...) esté é um marco na liberdade de expressão na lusofonia, e as micronações e micronacionalistas que se sentirem incomodados com tais manifestações de pensamento, jamais devem cogitar a hipótese da censura, uma vez que a histórica luta do micronacionalismo pela liberdade de expressão, finalmente, conquistou seu ápice, sendo isto algo glorioso para a lusofonia". O ilustre jurista, salienta ainda que, provocações sempre existiram na lusofonia, em virtude da rivalidade que sempre existiu entre os participantes de micronações distintas, sendo que em tempos mais sombrios, isto resultava em atitudes de significativa gravidade até para a vida macro dos participantes.

Engraçados ou ofensivos, os memes aparentemente vieram para ficar, uma vez que este fenômeno já se proliferou em âmbito macronacional, logo, não deverá ser diferente no âmbito micronacional.  Assim sendo, deve sempre prevalecer o bom senso e o espírito esportivo de ambas as partes envolvidas.


Governo propõe projeto inédito de Redistribuição de Renda

O governo apresentou ontem (9/10), para a Assembleia Nacional, um projeto inédito de Redistribuição de Renda, o PRONARE (Programa Nacional de Redistribuição de Renda).

O projeto prevê contemplar, todo cidadão escorvanês, pessoa física, que participa da micronação desde sua fundação até o ano de 2016, com um valor de R$ 450.00 (quatrocentos e cinquenta ryais), independente do valor que a pessoa possua em sua conta corrente.

A ideia do projeto é reduzir a desigualdade social, permitindo que cerca de 34% da população da escorvanesa, deixe a linha da pobreza, ascendendo socialmente. Segundo o Grão-Vizir, Hafez Al-Feres, a ideia do projeto é promover a edificação de um "país sem miséria".

Apesar da preocupação do programa, a Escorvânia é tida como ultima das micronações mais ricas da atualidade, sendo pioneira a estruturar um sistema financeiro plenamente eficaz e duradouro (ativo desde 2015).

Questão Dubai

Questionado, pela Folha Liberal, a respeito das melhorias que o governo pretendia fazer em Dubai, o Grão-Vizir adiantou a nossa equipe que está sendo elaborado um projeto único para a região, que permitirá que a Escorvânia abra, de vez, as portas para o mundo, apresentando uma cidade moderna e acolhedora para turistas de toda a parte do globo. O governo prometeu, ainda, que esta semana deve trazer novidades a respeito deste tema.

"Neomicronacionalismo": Entenda este fenômeno que ocorre na Lusofonia

Muito tem se falado ultimamente, no micronacionalismo lusófono, a respeito do neomicronacionalismo, ou simplesmente "Novo Micronacionalismo", seja de forma pejorativa ou meramente  analítica.

A equipe da Folha Liberal consultou o renomado jurista escorvanês, Hafez Al-Feres, reitor da Universidade de Dubai (UniDubai) a respeito do tema, e obtivemos a seguinte explicação: "O Novo Micronacionalismo, que muitos dizem por ai, na realidade é o bom e velho micronacionalismo, não há qualquer precedente que nos faça acreditar, ainda, que as estruturas do micronacionalismo estão a se modificar, contudo, ocorreram nos últimos anos, algumas mudanças, sutis, que tornaram as micronações mais próximas do público em geral, conseguindo atrair novos adeptos a prática micronacionalista, que por sua vez, introduziram novos costumes e ideias para o micronacionalismo lusófono".

Conforme podemos analisar com a explicação do jurista Hafez Al-Feres, a lusofonia passa por um importante momento de renovação, graças a entrada de novos micronacionalistas, mas as características principais do micronacionalismo permanecem intactas, não havendo então, na prática, ainda, um novo micronacionalismo.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Padme é elevado a membro Pleno da Liga das Micronações

O jovem Principado de Padme foi elevado à condição de membro pleno da Liga das Micronações, graças a um pedido feito pelo Reino da Escorvânia, que foi aprovado pela Alemanha, Itália e Pathros. 

Com esta mudança, Padme poderá participar ativamente dos feitos da Liga das Micronações, ganhando o direito a voto nas Assembleias Gerais que estão porvir. Com isso, Padme se torna a mais jovem micronação à ascender a Liga das Micronações, um feito histórico a ser recordado por todos.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Reformas em Dubai: Governo Emiral dá vida nova ao Emirado

Depois da importante festa, organizada pelo governo emiral, em parceria com a Fundação Hafez Al-Feres, ocorrida no final de Junho, deste ano, aonde se arrecadaram fundos para esta última instituição, a fim de permitir a criação da UniDubai, o governo emiral resolveu dar vida nova a Dubai.

Dentre as medidas adotadas, foi a concentração, ao poder público municipal de Dubai, de todos os municípios da região da Damânia, em uma única prefeitura, a de Dubai. Logo em seguida, houve a transferência do controle, a iniciativa privada, da UNIJOR, que passou a denominar-se UniDubai, e por sua vez, foi transferida para a cidade de Dubai.

Por sua vez, hoje, o Emir nomeou o novo Alcaide de Dubai, o Sr. Khalid Al-Ghadir, que ficará responsável por manter a ordem local, e realizar outras atividades importantes de cunho administrativo.

As reformas de Dubai, fazem parte de um importante plano do governo emiral, que presente, dentro de um certo tempo, transformar a cidade em um Emirado, garantindo maior autonomia e presença no território nacional.

Eleições na Escorvânia: Novidades à vista

O governo da Escorvânia divulgou estes dias, o calendário eleitoral do segundo semestre de 2017. 

As eleições, que devem ocorrer neste mês de Agosto, são para o cargo de Parlamentar na Assembleia Nacional.

Os principais movimentos políticos do país, já lançaram suas candidaturas, com detalhe especial ao candidato Hafez Al-Feres, do MDC, que mais uma vez concorre ao cargo, que já ocupou por diversas vezes.

De acordo com o cronograma eleitoral divulgado, as eleições ocorrerão entre os dias 20 e 21 de Agosto, e o prazo para as candidaturas se encerrará nesta semana, dia 11.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Nova Lei de Imprensa entra em vigor

Tanto esperada pela imprensa nacional e internacional, entrou em vigor neste mês, dia 15, a Nova Lei de Imprensa do Reino da Escorvânia, revogando o impopular Decreto nº. 15/2015, iniciando-se uma nova era para a imprensa na Escorvânia. 

De acordo com a nova lei, é posto fim definitivo à censura, em tempos de paz, conforme dispõe o Art. 5º, inciso I, da nova lei de imprensa do Reino da Escorvânia. Além disso, a lei passa a assegurar o Direito de Resposta àqueles que se acharem lesados por conteúdo publicado pela mídia, conforme Art. 5º, § 2º, da nova lei.

Para a população em geral, a lei representa um importante avanço, tendo em vista que a aprovação da nova lei, passa a ser uma conquista histórica da população escorvanesa, pondo fim a quase dois anos de censura, que existiu no Reino. Além disso, trás a oportunidade de estrangeiros, que não estejam a serviço de micronação estrangeira, abrirem organismos de mídia no Reino da Escorvânia, sem qualquer restrição, exceto aquelas que forem também igualmente aplicáveis aos cidadãos escorvaneses, nos termos do Art. 2º da nova lei.

Mais mudanças vem por ai...

A Escorvânia tem se mostrando mais aberta (ainda), aos cidadãos estrangeiros. Está em tramitação na Assembleia Nacional, emenda constitucional que visa alterar o Art. 4º da Constituição Real, visando com isso, esclarecer os meios de obtenção da cidadania escorvanesa, bem como delimitar os direitos e garantias dos cidadãos honorários.

Apesar do teor da emenda equiparar os cidadãos honorários a cidadãos estrangeiros, no reino, a propositura pede regulamentação por lei, dando margem à concessão de alguns privilégios aos cidadãos honorários, o que deve ocorrer, caso a emenda seja aprovada pelo legislativo nacional.

Esta mudança, aliada a nova lei de imprensa, mostra a relevante abertura que a Escorvânia tem feito para os estrangeiros, marcando o início de uma nova era, de cooperação e solidariedade internacional.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Dubai torna-se a única cidade do Golfo Pérsico escorvanês

O Decreto Emiral nº. 12 de 20 de Junho de 2017, extinguiu três dos quatro municípios do Golfo Pérsico escorvanês, incorporando-os à cidade de Dubai. 

Tal medida, de acordo com o governo emiral, visa consolidar a influência de Dubai no Golfo Pérsico, a fim de assegurar a conquista do status de Cidade Autônoma, situação em que possuirá todos os privilégios de emirado. Além disso, a medida visa fortalecer a economia local, reduzindo-se os gastos públicos e tornando a gestão pública mais eficiente.

De acordo com o decreto, os municípios incorporados passam a ser distritos do município de Dubai, e poderão, a algum tempo, serem dotados de subprefeituras. Além disto, o decreto estabelece o prazo improrrogável de 90 dias, desde a publicação da lei, ou seja, até 20 de Setembro de 2017, para que a estrutura dos municípios estejam completamente incorporadas à Dubai.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Acordo de Mergentheim: O nascimento de uma grande história

Alemães e escorvaneses nunca estiveram tão próximos e com tantos interesses em comum. De um lado, uma tradicional micronação, respeitada na lusofonia por possuir mais de quinze anos de existência, pioneira no modelo micronacional modelista, do outro, temos a jovial Escorvânia, que apesar de sua recente existência, tem se apresentado como uma potência emergente no continente asiático, uma luz para o futuro da lusofonia.

A assinatura do Acordo de Mergentheim certamente não é apenas uma assinatura de mais um acordo diplomático qualquer, mas um acordo entre duas importantes potências, uma tradicional outra emergente, uma europeia outra asiática, mas ambas transpirando o fulgor da plena atividade, que lhes permite sobreviver na atual lusofonia.

Certamente, é impossível determinar o futuro deste memorável acordo, mas certamente este é um início de uma nova era amistosa entre as nações envolvidas.

domingo, 4 de junho de 2017

Igreja Cristã da Escorvânia: 2 anos

Na data de 15 de Junho de 2017, a Igreja Cristã da Escorvânia comemora 2 (dois) anos de existência, e a Folha Liberal dedicou uma matéria exclusiva acerca deste importante aniversário da Igreja Cristã no Reino.

Fundada em 15 de Junho de 2015, pelas mãos do Emir Hafez I do Damanistão, o surgimento da Igreja Cristã do Damanistão coincide com a independência do Emirado do Damanistão, uma vez que surge, conjuntamente, na mesma data, quando, no ato da outorga da Constituição Emiral, o então Emir do Damanistão acumulava a função de Patriarca da Igreja de Asgard, que naquela ocasião, havia fundado uma filial em território damanistani, o que tornaria a primeira Igreja Cristã do Oriente. Contudo, apesar da referida data, existem relatos que a própria ocupação do território damanistani ocorre, por peregrinos cristãos-orientais perseguidos, cuja prática do credo antecede a própria fundação da Igreja Cristã no Damanistão. 

Adotando uma estrutura episcopal, a Igreja Cristã Episcopal do Damanistão, primeiro nome atribuído a Igreja Cristã de Asgard, após o cisma da Igreja do Damanistão, em Agosto de 2015, buscou adotar modelo organizacional episcopal, à semalhança do catolicismo, reclamando, por muitas vezes, o status de Igreja Ortodoxa, sobretudo em Novembro de 2015, quando passou a denominar-se como Igreja Cristã Ortodoxa da Escorvânia, em virtude da anexação definitiva do Damanistão à Escorvânia, e passou a adotar o rito armênio em suas celebrações. Nesta ocasião, foi oficializado o funcionamento da primeira paróquia cristã do Reino da Escorvânia, dedicada a Santa Sara, em Damman.

A ortodoxia, contudo, não era uma novidade no micromundo, uma vez que o fundador da Igreja Cristã da Escorvânia, Dom Hafez, houvera sido também o fundador da ortodoxia no micromundo, quando, na época cidadão do Reino da França, houvera fundado a Igreja Cristã Ortodoxa da França, por volta de 2013.

Em 13 de Maio de 2016, a Igreja Cristã da Escorvânia passa a incorporar a CEMIC, passando oficialmente a se tornar uma Igreja Católica, integrada a uma significativa comunhão de igrejas católicas no micronacionalismo lusófono. Desde então, a Igreja Cristã da Escorvânia, tem pertencido a esta importante comunhão, que foi oficializada, definitivamente, em Abril de 2017, com a visita do Bispo de Treviso, que estabeleceu, na cidade sagrada de Madaba, na Jordânia, a Paróquia de Santa Bárbara, nomeando-a padroeira da Escorvânia, e submetendo a nova paróquia, a Província Eclesiástica de Treviso.

Atualmente, o cristianismo é a principal corrente religiosa do Reino da Escorvânia, contando com um significativo número de fieis, correspondentes a quase 60% da população nacional.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

"Lei da Censura" é revogada na Escorvânia


Conhecida recentemente como "Lei da Censura", a Lei que regulamentava a Imprensa no Reino da Escorvânia (Decreto nº. 64/2016), foi revogada recentemente pelo Kfah Abbas I, em cerimônia pública, na madrugada de 8 de Maio de 2017.

Na cerimônia estiveram presentes, diversas autoridades do Reino, inclusive o Ministro da Justiça, Hafez Al-Feres, que teria gritado no meio da multidão: "LIBERDADE, LIBERDADE"!!

Hafez Al-Feres é o autor da proposta que institui a nova lei de Liberdade de Imprensa, já apresentada aqui na Folha Liberal, e é um forte defensor da democracia e liberdade de imprensa em todo o micromundo, sendo esta uma bandeira antiga de sua luta micronacional.

Que outras micronações sigam o exemplo da Escorvânia.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Um Espírita é Cristão?

O termo “Cristão” foi inicialmente usado por Paulo, por sugestão de Lucas, para designar os seguidores dos ensinamentos do Mestre Jesus sem discriminação, uma vez que era assim que eles vinham sendo chamados pelo povo nas comunidades onde atuavam. 

Assim sendo, nos dias atuais, podemos entender que todo aquele que segue o Evangelho de Cristo são cristãos e com a Doutrina Espírita não é diferente, pois a base da mesma é o Evangelho deixado por Cristo e escrito pelos apóstolos, mesmo que nós espíritas entendemos as mesmas escrituras de forma diferente de outras religiões.

Muito confundida com outras religiões espiritualistas  que não segue os preceitos cristãos, o espiritismo tem dentro das obras básicas, conceitos e transcrições do Evangelho, como podemos observar com o livro O Evangelho Segundo o Espiritismo. 

No livro dos Espíritos encontramos na questão 625, a seguinte pergunta; Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?
 Do qual os espíritos respondem; “Jesus.”

Allan Kardec ainda nos diz em sua anotação após a pergunta;. Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava.

Quanto aos que, pretendendo instruir o homem na lei de Deus, o têm transviado, ensinando-lhes falsos princípios, isso aconteceu por haverem deixado que os dominassem sentimentos demasiado terrenos e por terem confundido as leis que regulam as condições da vida da alma, com as que regem a vida do corpo. Muitos hão apresentado como leis divinas simples leis humanas estatuídas para servir às paixões e dominar os homens.

Diante de tudo isso, podemos entender que sim um Espírita é um Cristão, como já diziam alguns sábios; Religião é uma garrafa com um rótulo, espiritualidade é algo dentro dela. Muitos brigam pela garrafa e poucos bebem o conteúdo.

Reportagem de Kareema Al-Feres, Presidente da Federação Espírita Micronacional.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Entrevista com Kareema: Nossa Eterna Princesa.

A Folha Liberal teve a oportunidade ilustre de entrevistar Kareema Al-Feres, neste momento em que seu nome esteve envolvido, microinternacionalmente, após diversos assuntos que estiveram em alta no Reino esta semana. Vejamos a entrevista feita por nossa equipe, abaixo: (FL - Folha Liberal / KA - Kareema Al-Feres)

FL: 1.Vossa Alteza perante o maior assunto atual no micronacionalismo , precisamos saber sua versão sem cortes. Qual sua ligação com o Kfah Abbas Al Feres e por acaso ele ameaçou fazer algo contra sua vida micro?
KA: O Kfah e meu pai e amigo pessoal , quanto a isso houve distorções absurdas.
Apenas era contra algumas leis e por respeito a autoridade de meu pai e lealdade a ele resolvi não ir contra elas me afastando do país apenas isso.

FL: 2.Alteza qual foi era o seu trabalho dentro da Escorvânia?
KA: Na Escorvânia tinha várias funções era representante do espiritismo levando algumas coisas da doutrina a Belen , era ministra das relações exteriores e diretora do Cerex e recentemente abri o Café com Kareema conjuntamente com Pathros que era um micro projeto antigo.

FL: 3.Nos chegou a informação de que o Kfah Abbas lhe convidou para acompanhar as mudanças no país, isso é verdade? Qual sua opinião referente a mudanças e maior abertura da imprensa na Escorvânia?
KA: Sim ele realmente me convidou porquê somos pai e filha e amigos micro e macro. Acho que a Escorvânia precisava dessa mudança afinal toda micro precisa ir mudando com o tempo.

FL: 4.Alteza existe algum problema com algum escorvanês?
KA: Os escorvaneses são meus amigos não tenho problemas com nenhum de forma alguma.

FL: 5. O laço familiar com os Al Feres será mantido? 
KA: Sim com certeza família é família a minha é muito unida e espero que assim continue

FL: 6.Nós temos conhecimento do seu trabalho espirita no micronacionalismo , fale um pouco dele.
KA: Como espirita macro conjuntamente com meu micro marido realizo o Evangelho em três micros França, Itália e Pathros e com meu amigo Abu Al Abdallah (Miguel) na Escorvânia que procura passar o respeito e compreensão religiosa. 

FL: 7.Por acaso a religião espirita foi proibida de ser divulgada no país?
KA: Jamais, quando vim para Escorvânia aliás já existia o Alba o qual me juntei para auxiliar na divulgação da doutrina , acrescentando  todas as religiões tem apoio e respeito no reino.

FL: 8.Nós sabemos que vossa alteza é também jornalista micro, o sensacionalismo é uma arma perigosa?  
KA: Acho que é a arma de quem não tem competência para escrever de forma verdadeira , algo ridículo e destrutivo.

FL: 9. Finalize com suas palavras finais, fique em total liberdade.   
KA: Meu amor e carinho a minha família e ao reino continuam e a possibilidade de voltar e no momento continuarei meu trabalho diante ao espiritismo a convite de meu pai.

A equipe do Folha Liberal, agradece a entrevista concedida.

Visionário da Jovem Guarda: Conheça Uriel Al-Hassan

Uriel Ibin Aquiwedé Al-Hassan, é um dos mais novos cidadãos do Reino da Escorvânia, e sem sobra de qualquer dúvida, um ilustre visionário do ramo empresarial que está entre nós. 

Neutro ideologicamente, embora diga simpatizante de algumas ideias da esquerda política, Uriel Al-Hassan, na verdade, é um intrépido empreendedor escorvanês, que tentou ressuscitar uma antiga iniciativa do Reino: o futebol.

Embora seja novo na Escorvânia, Uriel Al-Hassan é um micronacionalista de vasta experiência, tendo atuado em outras micronações ocidentais, e teria migrado para a Escorvânia, em busca de novas oportunidades.

A Folha Liberal deseja boas vindas a este ilustre cidadão!

domingo, 7 de maio de 2017

INP de Maio é o primeiro positivo desde Fevereiro

O Ministério da Economia divulgou hoje, dia 7 (sete) o INP para o mês de Maio, que apontou inflação de 2,85% nos preços, é a segunda maior, desde que o índice foi oficialmente criado, em Fevereiro, quando foi registrada a inflação de 6%.

De acordo com o Ministério da Economia, a existência da inflação não é preocupante, uma vez que em Março e Abril, tivemos um fenômeno de ligeira deflação, que esteve entre -0,95% (Abril) e -1,84% (Março). 

Embora a criação do índice seja recente, podemos mensurar a inflação do 1º Trimestre da Escorvânia, que ficou acumulada em 3,3% (média mensal de 0,825%), ou seja, a Escorvânia vive em um cenário de aparente estabilidade econômica plena. 

O cristianismo Escorvanês floresce a cada dia

O cristianismo sempre foi a segunda corrente religiosa de maior expressividade no Reino da Escorvânia, ficando atrás apenas do Islamismo, contudo, nestes últimos tempos, o Cristianismo no Reino sofreu um importante incremento, com o acerto dos acordos entre a Igreja Cristã da Escorvânia com a CEMIC, sendo estabelecida a Paróquia de Santa Bárbara, em Madaba (Jordânia), e também com a chegada da Igreja Reformada Afrikander, no Reino da Escorvânia, sendo esta, a segunda entidade cristã no Reino, representando uma importante soma para a sociedade escorvanesa. Após este incremento, o cristianismo tornou-se a principal corrente religiosa do Reino da Escorvânia.

Para Dom Hafez, chefe da Igreja Cristã da Escorvânia, vinculada a CEMIC, diz que: "(...) a chegada de novos cristãos ao reino, é bastante positiva, pois desmistifica, no ocidente, que a Escorvânia é um país islâmico, mas reforça a ideia que somos uma nação com pluralidade religiosa, como defendemos desde que fundamos esta grande nação". 

O islamismo, que fora no passado majoritário, não tem sido a corrente religiosa que mais cresce no país, apesar de ser a religião seguida pelo Kfah e alguns membros da família real, o cristianismo tem crescido vertiginosamente na população, sobretudo entre a Classe Média, denunciando uma nova etapa para o reino, com ainda mais diversidade e tolerância.

Nova Lei de Imprensa é Proposta

O Ministro da Justiça Hafez Al-Feres, apresentou hoje à comissão designada pelo governo real, para rediscutir mudanças na lei de imprensa vigente, um projeto inédito para a liberdade de imprensa no Reino. Nós da equipe da Folha Liberal, obtivemos, em primeira mão, o teor do projeto, e traçamos um comparativo, para você leitor, compreender a situação vigente, e o que mudará com a nova proposta, caso seja aprovada em seu inteiro teor:

Atualmente

  • A liberdade de imprensa é assegurada a todos os cidadãos escorvaneses e estrangeiros residentes no reino, desde que não estejam a serviço de um governo estrangeiro;
  • A criação de organismos de mídia estrangeiros, no território da Escorvânia, era permitida, contudo dependia de prévio acordo entre o governo real e o governo do país da organização estrangeira, para delimitar os limites da atuação midiática estrangeira (o que nunca foi feito);
  • A censura prévia é um requisito obrigatório, imposto pela lei, em determinadas situações que nela foram estabelecidas, tais como: Conteúdo relacionado à família Real; assuntos de natureza religiosa; assuntos de natureza estratégica militar; demais assuntos relacionados à política interna, que possam prejudicar a ordem democrática nacional;
  • Quem não aceitasse se submeter a censura, poderia ser responsabilizado por difamação, com pena de 15 (quinze) dias a 2 (dois) meses de banimento, além do pagamento de 90 (noventa) dias multas, pelo ato praticado;
  • As concessões eram concedidas através de alvará (ACAM), que era concedido pelo Ministério da Justiça, com validade de cinco meses, porém, na prática, a renovação deste alvará nunca chegou a ser exigida, e as custas para sua emissão, eram sempre variáveis, uma vez que a lei vigente não fixa um valor para sua emissão (muitas vezes, o referido valor nunca chegou a ser cobrado pelo Ministério da Justiça);
  • Trazia imunidade tributária somente para as organizações midiáticas mantidas pelo Governo.

 Como ficará com a nova lei
  • A liberdade de imprensa continua sendo assegurada a todos os cidadãos escorvaneses e estrangeiros residentes, passando o direito de expressão ser tratado como um direito indisponível da pessoa humana;
  • Para o funcionamento de organismos midiáticos estrangeiros, continuará sendo exigido o acordo com a nação estrangeira, para esta finalidade, contudo, o acordo não precisará mais delimitar os limites de atuação da mídia estrangeira, que se submeterá integralmente à legislação pátria. Neste caso, o acordo seria apenas mera formalidade, que poderia discutir questões relacionadas à vistos dos repórteres estrangeiros, ente outros pontos;
  • A concessão aos organismos de mídia, continuará a ser feita na forma de Alvará, contudo, diferente do que ocorria anteriormente, a concessão (e sua respectiva renovação) dependerá do pagamento de taxa, estabelecida em lei, e estará sujeita à análise do Ministério da Justiça. Todavia, o Ministério da Justiça NÃO poderá indeferir o pedido, se o interessado preencher todos os quesitos trazidos na lei;
  • Não há mais a censura prévia, salvo sob a vigência de estado de exceção;
  • Quem não respeitar a censura prévia, em tempos de exceção, será responsabilizado por crime de Quebra de Sigilo Pátrio, com pena de banimento de um a quatro meses;
  • É regulamentado o direito de resposta à quem se sentir prejudicado por conteúdo publicado pela mídia;
  • As rádios e canais de televisão passam a ser regulamentados, expressamente, por esta nova lei, ao contrário da lei anterior que não trazia esta regulamentação em sentido expresso;
  • Ampliação de locomoção aos profissionais do jornalismo, permitindo que eles acessem áreas restritas, desde que com prévia autorização do governo;
  • Permissão expressa, de divulgação de notícias internas, em âmbito internacional, sem necessidade de censura prévia do governo real, desde que não comprometam a ordem social e democrática do Reino;
  • Tanto o direito de respostas quanto a suspensão de concessão, dependerão do trânsito em julgado no Poder Judiciário, aonde serão garantidos contraditório e ampla defesa, para que possam produzir efeitos.
Como pode ser observado, a nova lei democratiza, e torna mais transparente, o processo de concessões de alvará aos organismos midiáticos, além de assegurar maior papel ao Poder Judiciário, nos assuntos mais sensíveis relacionados à imprensa. 

A nova lei, apresenta traços de grande modernidade, e atende um clamor antigo da população nacional, além de possuir aplicação imediata após sua publicação. Caso seja aprovada, os jornais já existentes, terão até 17 de Agosto de 2017, para se adequarem a nova lei, e solicitarem a renovação de suas concessões.



1 ano de Folha Liberal

Nesta segunda feira, dia 8, a Folha Liberal completará 1 ano de atividade, marcada por um jornalismo sério e de credibilidade, agraciado por um dos mais renomados prêmios de jornalismo do micromundo, em Julho de 2016, o Prêmio Pelegrino de Jornalismo.

O sucesso de nossa equipe em transmitir para você, cidadão escorvanês, um jornalismo sério, de qualidade e com credibilidade, de forma aberta e gratuita, está comprovado em cada edição de nosso jornal, e para nós, da equipe da Folha Liberal, não há preço que pague nossa dedicação a você, cidadão e cidadã escorvanês(a), que tem por aqui, através de nós, o sublime retrato da verdade.

Feliz aniversário Folha Liberal, e que venham mais anos de jornalismo sério, de credibilidade, em nome da liberdade!

sábado, 6 de maio de 2017

Revolução Silenciosa e a Nova Ordem Micronacional

Raviv Al Abdallah, ex-Ministro da Propaganda do Reino da Escorvânia, uma personalidade polêmica, que não é dos dias de hoje, tem dado trabalho a coroa Escorvanesa, por suas ideias "controversas", despertando ira até de setores mais liberais do Reino.

O jovem micronacionalista, motivado pelo fulgor da juventude em suas veias, defendeu sempre ideais da extrema-esquerda, pregando abertamente o republicanismo, além de acusar, injustamente, Sua Majestade Real, como um tirano, tendo em vista a constituição expressamente limitar as atuações do Kfah, o que afasta, por si só, a acusação feita pelo jovem cidadão.

O que poucos sabem, é que fortes indícios constatam que o jovem micronacionalista, na verdade foi corrompido por uma antiga organização micronacional, que visa destruir todas as monarquias do micromundo, e o alvo principal se encontra nas monarquias mais liberais e democráticas, por serem, aos olhos desta organização, mais fáceis de serem destruídas primeiro.

Esta organização, desconhecida pela maioria dos micronacionalistas, inclusive micronacionalistas da velha-guarda, existe desde meados dos anos 2000, no auge das monarquias micronacionais, e atua silenciosamente em vários países do mundo, pregando a implantação da República e do Comunismo. Em diversos países do micromundo, seus esquemas foram descobertos, e o "modus operandi" quase sempre é o mesmo: corromper autoridades locais, através de promessas ou até devaneios ideológicos, para que atuem contra a coroa, e assim implantar a Internacional Micronacionalista, que seria uma nação republicana global, comandada por uma pequena oligarquia socialista, subjulgando todo o micromundo, suprimindo a liberdade como conhecemos hoje.

Da forma mais ofensiva, surgiu em meados de 2016, os Estados Confederados Micronacionais, que abertamente defendiam lutar contra todas as monarquias do mundo micronacional, montando toda uma estrutura de sabotagem contra os monarcas. Felizmente, naquela ocasião, os principais países do micromundo, conseguiram repelir a ameaça, porém, a situação permanece a mesma, os Republicanos não dormirão!

Não são pacíficos republicanos, são revolucionários, que agem no silêncio, como mesmo diz o nome da Revolução criada pelo ex-ministro. O silêncio é a arma destes que pregam a Nova Ordem Micronacional, em todos os becos do micromundo, fazendo inimigos reaquecerem seu ódio, enquanto, no meio desta briga, destroem ambos os governos, simultaneamente, até destruírem todo o micromundo, como conhecemos hoje.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Banlegis e INP: Saiba o que são estas novidades e como elas vão influenciar seu dia-a-dia.

O Ministério da Economia e o Ministério da Justiça mostraram bastante serviço nesta tarde de hoje (19 de Fevereiro), trazendo para o povo escorvanês duas inéditas novidades para o hobby: O Índice Nacional de Preços (INP) e o Banco de Dados da Legislação do Reino da Escorvânia (BANLEGIS). Saiba como estas duas novidades vai influenciar, você cidadão escorvanês, no seu dia-a-dia.

1. Índice Nacional de Preços (INP) 

O Índice Nacional de Preços, ou simplesmente INP, será um índice medido, mensalmente, pelo Ministério da Economia, com base no dinheiro existente nas contas bancárias do Banco Nacional da Escorvânia, a fim de mensurar a quantidade de dinheiro em circulação no reino, detectando quantas novas cédulas foram emitidas pelo Banco Nacional da Escorvânia, apontando a valorização ou desvalorização da moeda em face a inflação. 

No primeiro mês de instituição do INP, verificou-se uma pequena inflação de 6% (seis por cento), contrariando os dois últimos períodos anteriores (quando esta medida foi feita pela própria Folha Liberal), aonde tivemos um pequeno período de deflação de preços e outro período com pequena inflação.

Muito embora este novo índice não gere reflexo sobre nenhum contrato público ou particular, a expectativa é que, no futuro, a medida que a população estiver adaptada a este índice, ele sirva como fator de reajuste de contratos, valores venais imobiliários, e até quem sabe, de salários e remunerações, explica o autor do projeto e ministro da economia, Hafez Al-Feres. 

2. Banco de Dados da Legislação do Reino da Escorvânia (BANLEGIS)

O Banco de Dados da Legislação do Reino da Escorvânia, ou simplesmente BANLEGIS, vem de um desejo antigo de reunir, em uma única plataforma, fora do facebook, toda a legislação principal do Reino da Escorvânia, em vigor, para a consulta de toda a população nacional e também estrangeiros interessados. 

Este banco de dados vem solucionar aquela dúvida dos escorvaneses, em saber, quais leis regem o país, dando mais transparência a população e conscientizando-a de seus direitos e deveres, através da facilitação do acesso à legislação.

Para conhecer o BANLEGIS, visite o site a seguir: https://hafezalferes.wixsite.com/banlegis


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Ajuste dos gastos da Casa Real promete economia de R$ 9 mil por ano

Proposta de iniciativa da Casa Real, prevê um corte no orçamento mensal da Casa Real, de cerca de oito salários mínimos mensais, o que resultaria em uma economia bruta anual, aos cofres públicos, de mais de nove mil ryais. 

Esta alteração impactaria positivamente na economia nacional, pois ajudaria a manterem baixos os índices inflacionários do Ryal, evitando-se o cenário de hiper-inflação que marcou o começo da moeda, no segundo semestre de 2015.

A benevolência da Casa Real para com a economia, não se restringe apenas ao conte de gastos mensais, ao contrário, está em trâmite uma proposta de aumento do salário mínimo, que passaria a ser de R$ 110,00 (cento e dez ryais). Caso o ajuste do salário mínimo passe na Assembleia, assim como os cortes orçamentários da Casa Real, a "economia do Kfah" permitira a contratação de mais sete soldados para o exército escorvanês. Além disso, o aumento do mínimo, impactará na maior injeção de dinheiro na economia, e na arrecadação tributária (IUN). 

A expectativa é que, até o final do semestre, o Reino tenha finalmente concretizado sua economia, com o Ministro da Economia e Justiça Hafez Al-Feres, que promete conduzir, com "mãos-de-ferro" a economia nacional, a fim de conter qualquer ameaça de inflação que possa vir a surgir. De antemão, o ministro assegura que a inflação média do período não deverá exceder a 3% ao mês.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

E se a Escorvânia fosse um país macro...?

Uma questão que passa na cabeça de todo micronacionalista, é imaginar como seria a micronação se fosse um país real, do mundo macro. Pois bem, o príncipe Hafez Al-Feres, pioneiro nos estudos de economia na Escorvânia, resolveu tirar esta dúvida para nós, através de seu estudo recente.

A Escorvânia é uma Monarquia Parlamentar Constitucional, com serviço militar obrigatório, com cerca de quatorze cidadãos ativos, com uma inflação mensal de 0,07% (Inflação Fev/2017), ocupando uma área territorial de 662.478 km² (Escorvânia Central - sem a Damânia e Ramália). Claro que estes números são bastante modestos para o mundo macro, mas é possível aplicar uma conversibilidade, a fim de adequá-los a realidade macronacional.

Consideremos que cada cidadão ativo correspondesse a um milhão habitantes do mundo macro, logo, a população da Escorvânia seria de 14.000.000 habitantes, ou seja, a Escorvânia teria uma população próxima a da existente em Chade ou Senegal, que ocupam a posição 71ª e 72ª no ranking mundial de maior população. 

O território do Reino da Escorvânia, seria pouco maior ao território afegão (652.090 km²), que é o 40º maior do mundo. Desta forma, a densidade populacional da Escorvânia seria de 21,13 hab./km², equivalente a do Peru, a 160ª maior do mundo. 

A moeda nacional (Ryal) contudo, emitida em Setembro de 2015, com lastro equivalente a 0,50 gramas de ouro, considerando a inflação acumulada no período e a cotação do ouro no mercado internacional, hoje 1 Ryal Escorvanês equivaleria a US$ 0.79 - cotação semelhante ao valor atual do dólar canadense.

O Produto Interno Bruto do Reino, considerando a mesma regra de conversibilidade aplicada a população, seria de US$ 95,982,511,500.00 - entre o PIB nominal da Ucrânia e Equador, conforme o FMI (2015), que são a 61ª e 62ª economias mundiais, respectivamente. O PIB per capita nominal seria de US$ 6,855.89 - equivalente ao da Bulgária (77º maior do mundo).

A desigualdade social poderíamos considerá-la como moderada, aonde 57% da riqueza nacional se encontra na mão dos dez por cento mais ricos (Coeficiente Gini: 0.57), equivalente a existente em Honduras (macro).  O IDH estaria próximo ao de Marrocos, com 0,619. 

Por fim, a carga tributária do Reino da Escorvânia representa um impacto de 26% sobre o PIB, considerada moderada, e bastante próxima de países como Coréia do Sul, Cazaquistão, Estados Unidos e Croácia.

Conclusão

O Reino da Escorvânia é incontestavelmente um país com economia capitalista, que poderia ser perfeitamente considerado como uma economia em desenvolvimento, no mundo macro, com um cenário econômico que permite grande diversidade para os mais variados tipos de empreendedorismo. Considerando a Escorvânia se tratar de um país do Oriente Médio, no mundo macro seria perfeitamente equiparável a Jordânia, vejamos em números:

Note que a semelhança é bem alta, ou seja, o escorvanês que gostaria de imaginar como seria sua micronação, se existisse macro, bastaria olhar para o Reino da Jordânia, para compreender os aspectos socioeconômicos do Reino da Escorvânia.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Rádio na Escorvânia pode ser pioneira no micromundo orientalista

Embora muitas tentativas anteriores de se estabelecer uma rádio micronacional tenham sido tentadas no micromundo lusófono, dificilmente lograram êxito por conta da queda drástica das atividades das micronações aonde eram instaladas.

Projetos até mais ousados que a instalação de uma rádio, foram tentadas em outras micronações, como a tentativa de criar um canal de televisão na República de Cártago, que teve até um certo êxito, apesar da efêmera existência desta micronação. 

Na Escorvânia, contudo, parece que será um tanto diferente. O dinamismo escorvanês, aliado com o espírito empreendedor de Suleyman Al-Hussein, idealizador da Rádio de Notícias da Escorvânia, certamente assegurará um empreendimento inovador e de grande chance de sucesso, mostrando, mais uma vez, o pioneirismo da Escorvânia entre as micronações da lusofonia.