quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Papai noel deixou... a economia estável!

Escorvaneses ganharam o melhor presente de natal que poderiam esperar do "papai noel". De acordo com os números do Banco Nacional da Escorvânia, e da pesquisa sobre economia escorvanesa, feita pelo príncipe Hafez Al-Feres, os números são simplesmente muito animadores: a economia estabilizou-se. 

Se no começo do mês, comemorávamos uma deflação de cerca de cinco pontos percentuais, para janeiro, teremos uma "sensível" inflação de 0,12% nos preços, isto é, a economia está vivendo um momento muito próspero para investimentos de longo prazo, com os preços sofrendo pouquíssima variação, a economia escorvanesa finalmente se consolida como uma economia estável, em escala global, que poderá ser, em pouco tempo, muito atrativa para o comércio e investidores internacionais.

De acordo com o estudo, existem hoje, na Escorvânia, cerca de R$ 8.672,49 (oito mil seiscentos e setenta e dois ryais e quarenta e nove centavos de ryais) por habitante, um número considerado bom, tendo em vista o dinamismo econômico nacional. Além disso, os mais ricos não estão tanto na berlinda, ao contrário, a fortuna dos mais ricos do reino, em pouco, ou nada alterou além da inflação, desde a implementação do plano econômico, mostrando que a Escorvânia conseguiu conciliar desenvolvimento econômico com uma relativa igualdade social.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Inflação da Escorvânia é uma das menores de sua história

De acordo com a pesquisa pelo próprio Príncipe Real e Ministro da Justiça da Escorvânia, o Reino da Escorvânia tem muito que comemorar, contando com a segunda deflação de preços desde a implantação do sistema econômico em Agosto de 2015.
A primeira deflação, ocorrida em Outubro de 2015, atingiu o patamar de -15,5%, e esta segunda, registrada agora em Dezembro, atingiu o patamar de -5,7%, ou seja, o Rial, a moeda escorvanesa, recuperou parte do poder de compra, em relação ao mês anterior (Novembro), quando a inflação atingiu 11,1% em relação ao mês anterior (Outubro).

Para o responsável pela pesquisa, o príncipe Hafez, a deflação é reflexo do Imposto Único Micronacional, que, além de aumentar a arrecadação fiscal do Reino, favoreceu a maior circulação de numerários, reduzindo a necessidade do Banco Nacional da Escorvânia (BNE) emitir mais papel moeda, como ocorria no passado, com maior frequência. 

Histórico da Inflação na Escorvânia

- Set/2015: 75,5%
- Out/2015: -15,5% 
- Nov/2015: 32,7%
- Dez/2015: 9,7%
- Jan/2016:  11,8%
- Fev/2016: 23,1%
- Mar/2016: 13,0%
- Abr/2016: 6,2%
- Mai/2016: 12,4%
- Jun/2016: 22,9%
- Jul/2016: 5,3%
- Ago/2016: 14,2%
- Set/2016: 7,0%
- Out/2016: 8,2%
- Nov/2016: 11,1%
- Dez/2016: -5,7%
- Média do Período: 14,5%

Como pode ser observado, o histórico das taxas inflacionárias do Reino, a tendencia sempre tem sido de redução destas taxas, principalmente após Julho de 2016, quando taxas acima de 10% tornaram-se menos frequentes (apenas dois casos: em Agosto e em Novembro). Para o responsável pela pesquisa, isto mostra um amadurecimento da economia escorvanesa, que tem mostrado exito pela simplicidade e funcionalidade, desde sua implantação. 

Atualmente, de acordo com a pesquisa, já foram emitidos R$ 121.270,85 pelo BNE, até o momento. De acordo com a mesma pesquisa, R$ 1.00 (um ryal) de Agosto de 2015, corresponderia hoje a quantia de R$ 23,78 (vinte e três ryais e setenta e oito centavos), mostrando a mudança do poder de compra da moeda. 

Mas, apesar da perda do poder de compra da moeda, verifica-se que o cenário econômico é bastante positivo, e que, provavelmente, se o ritmo atual for mantido, a inflação média geral em Julho do ano que vem será de no máximo 8%, algo que é admirável para um sistema econômico micronacional.

Se considerarmos que cada mês micronacional equivale a três meses macronacionais, para fins econômicos, poderíamos dizer que temos o seguinte cenário para o Ryal escorvanes: 

Inflação Média no Primeiro Ano: 25,6%
Inflação Média no Segundo Ano: 13,5%
Inflação Média no Terceiro Ano: 13,4%
Inflação Média no Quarto Ano: 10,12%
Inflação Média no Quinto Ano: -1,43% (*)

(*) Até o momento.

Desta forma, vejamos que, apesar dos altos e baixos, a inflação sempre tem tido queda, atingindo seu ápice no ano de implantação da moeda, algo normal com qualquer sistema econômico, mesmo macronacional. Assim, o cenário é bastante otimista para o futuro da nação.