terça-feira, 10 de outubro de 2017

Moeda Internacional: Entenda como funcionará.

Foi aprovada, dia 20 de Setembro, a nova moeda internacional para a Escorvânia, o Ryal Conversível (RYC). A ideia de criação do projeto, tem por finalidade, fortalecer a moeda nacional no comércio exterior, protegendo a evasão de capitais e atraindo maior capital estrangeiro para o país.

Na prática, a Escorvânia passa a ter duas moedas: o Ryal, que passa ter circulação interna apenas, e o Ryal Conversível, que somente serve para o comércio exterior. Mas como isto funciona?

Na prática, é bastante simples. Se uma pessoa tem R$ 3.000,00 (três mil ryais), e quer viajar ou fazer compras no exterior, este valor é convertido para Ryais Conversíveis (RYC), que representarão RYC 600.00 (seiscentos ryais conversíveis), de acordo com a regra de conversibilidade contida na lei. O valor em ryais conversíveis, é o que será considerado, pelo país estrangeiro, para fazer a conversão em moeda local daquele país.

A entrada de dinheiro estrangeiro também é bastante simplificada: Se a pessoa possui 3.000,00 (três mil) em dinheiro estrangeiro, e o câmbio acordado entre este país e a Escorvânia seja de 3 moedas estrangeiras para cada Ryal Conversível, ela terá RYC 1,000.00 (mil ryais conversíveis). Ao entrar em território escorvanês, para fazer compras no país, este valor deverá ser NOVAMENTE convertido, agora para Ryais comuns, moeda de circulação interna, passando a pessoa a ter R$ 5.000,00 (cinco mil ryais). 

A nova regra permite o aumento do poder de compra do estrangeiro no país, e dificulta a evasão de divisas no Reino, equilibrando a balança comercial, explicou o ex-ministro da Economia, Hafez Al-Feres, mentor do projeto que deu origem ao RYC.

Igreja da Escorvânia se prepara para o dia de Nossa Senhora Aparecida

Embora não seja a padroeira da Escorvânia, Nossa Senhora Aparecida poderia ser tida como padroeira das micronações americanas da lusofonia, tendo em vista a origem desta aparição de Nossa Senhora ter ocorrido na América do Sul, e a importância cultural que Nossa Senhora Aparecida possui no Brasil, país macro de onde provém a maioria dos micronacionalistas da lusofonia atual.

Respeitando o valor cultural da maioria, a Igreja da Escorvânia, vinculada a CEMIC, planeja uma expedição à Ilha de Rammalah (Ramalha), aonde será feita uma missa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, no dia 12 de Outubro.

A expectativa é que a missa fale atraia inúmeras autoridades escorvanesas, bem como dos demais países americanos, e seja abordada, nos sermões, questões sobre diversidade e respeito ao próximo, bandeiras de luta histórica do povo escorvanês. 

Por que a UNAM incomoda muita gente?

A União das Micronações Americanas e da Oceania (UNAM), como passou-se a designar após a aprovação da Carta da América, a UNAM tem como membros plenos cinco nações: Piratini, União Platina, Escorvânia, Pathros e Porto Claro.

Apesar de terem ocorrido modificações recentes no quadro de membros, a UNAM representa uma nova e significativa força no micronacionalismo, sobretudo se considerarmos sua base de atuação: a América é o novo ocidente micronacional.

Em um cenário aonde, a Europa Micronacional não tem mais espaço para expansão e implantação de novas micronações, com estrutura ocidentalizada, resta apenas a América e a Oceania, para o surgimento destas novas micronações, o que tem efetivamente ocorrido desde 2013.

Contudo, a edificação deste "novo-Ocidente", traz consigo valores basilares de suma importância, como o Estado de Direito e os direitos humanos. É inadmissível na "Nova América", alguma nação que num respeite tais princípios.

Por esta razão, a UNAM incomoda muita gente, pois ela tem consigo, importantes e poderosas micronações, tais como Pathros e Escorvânia, que são membros plenos da Liga das Micronações, renomada organização política do micronacionalismo lusófono, e que comungam do mesmo ideal de proteção e defesa dos direitos humanos e do Estado de Direito, mostrando que não há mais espaço para abusos na atual fase da lusofonia. 

Memes: Por que eles tiram o sono de muitos micronacionalistas?

Recentemente, um novo fenômeno surgiu na lusofonia, que são os memes. Aparentemente sem nenhum tom de maldade, e até as vezes bastante divertidos, os memes estão cada vez mais se proliferando nos grupos de micronacionalismo da lusofonia.

Alguns criticam, outros adoram este recente fenômeno, que veio para entreter a lusofonia, e tecer uma crítica social nas práticas do "hobby".

Para Hafez Al-Feres, jurista e reitor da Universidade de Dubai (UniDubai), este fenômeno é bastante "positivo", salientando que: "(...) esté é um marco na liberdade de expressão na lusofonia, e as micronações e micronacionalistas que se sentirem incomodados com tais manifestações de pensamento, jamais devem cogitar a hipótese da censura, uma vez que a histórica luta do micronacionalismo pela liberdade de expressão, finalmente, conquistou seu ápice, sendo isto algo glorioso para a lusofonia". O ilustre jurista, salienta ainda que, provocações sempre existiram na lusofonia, em virtude da rivalidade que sempre existiu entre os participantes de micronações distintas, sendo que em tempos mais sombrios, isto resultava em atitudes de significativa gravidade até para a vida macro dos participantes.

Engraçados ou ofensivos, os memes aparentemente vieram para ficar, uma vez que este fenômeno já se proliferou em âmbito macronacional, logo, não deverá ser diferente no âmbito micronacional.  Assim sendo, deve sempre prevalecer o bom senso e o espírito esportivo de ambas as partes envolvidas.


Governo propõe projeto inédito de Redistribuição de Renda

O governo apresentou ontem (9/10), para a Assembleia Nacional, um projeto inédito de Redistribuição de Renda, o PRONARE (Programa Nacional de Redistribuição de Renda).

O projeto prevê contemplar, todo cidadão escorvanês, pessoa física, que participa da micronação desde sua fundação até o ano de 2016, com um valor de R$ 450.00 (quatrocentos e cinquenta ryais), independente do valor que a pessoa possua em sua conta corrente.

A ideia do projeto é reduzir a desigualdade social, permitindo que cerca de 34% da população da escorvanesa, deixe a linha da pobreza, ascendendo socialmente. Segundo o Grão-Vizir, Hafez Al-Feres, a ideia do projeto é promover a edificação de um "país sem miséria".

Apesar da preocupação do programa, a Escorvânia é tida como ultima das micronações mais ricas da atualidade, sendo pioneira a estruturar um sistema financeiro plenamente eficaz e duradouro (ativo desde 2015).

Questão Dubai

Questionado, pela Folha Liberal, a respeito das melhorias que o governo pretendia fazer em Dubai, o Grão-Vizir adiantou a nossa equipe que está sendo elaborado um projeto único para a região, que permitirá que a Escorvânia abra, de vez, as portas para o mundo, apresentando uma cidade moderna e acolhedora para turistas de toda a parte do globo. O governo prometeu, ainda, que esta semana deve trazer novidades a respeito deste tema.

"Neomicronacionalismo": Entenda este fenômeno que ocorre na Lusofonia

Muito tem se falado ultimamente, no micronacionalismo lusófono, a respeito do neomicronacionalismo, ou simplesmente "Novo Micronacionalismo", seja de forma pejorativa ou meramente  analítica.

A equipe da Folha Liberal consultou o renomado jurista escorvanês, Hafez Al-Feres, reitor da Universidade de Dubai (UniDubai) a respeito do tema, e obtivemos a seguinte explicação: "O Novo Micronacionalismo, que muitos dizem por ai, na realidade é o bom e velho micronacionalismo, não há qualquer precedente que nos faça acreditar, ainda, que as estruturas do micronacionalismo estão a se modificar, contudo, ocorreram nos últimos anos, algumas mudanças, sutis, que tornaram as micronações mais próximas do público em geral, conseguindo atrair novos adeptos a prática micronacionalista, que por sua vez, introduziram novos costumes e ideias para o micronacionalismo lusófono".

Conforme podemos analisar com a explicação do jurista Hafez Al-Feres, a lusofonia passa por um importante momento de renovação, graças a entrada de novos micronacionalistas, mas as características principais do micronacionalismo permanecem intactas, não havendo então, na prática, ainda, um novo micronacionalismo.