quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Papai noel deixou... a economia estável!

Escorvaneses ganharam o melhor presente de natal que poderiam esperar do "papai noel". De acordo com os números do Banco Nacional da Escorvânia, e da pesquisa sobre economia escorvanesa, feita pelo príncipe Hafez Al-Feres, os números são simplesmente muito animadores: a economia estabilizou-se. 

Se no começo do mês, comemorávamos uma deflação de cerca de cinco pontos percentuais, para janeiro, teremos uma "sensível" inflação de 0,12% nos preços, isto é, a economia está vivendo um momento muito próspero para investimentos de longo prazo, com os preços sofrendo pouquíssima variação, a economia escorvanesa finalmente se consolida como uma economia estável, em escala global, que poderá ser, em pouco tempo, muito atrativa para o comércio e investidores internacionais.

De acordo com o estudo, existem hoje, na Escorvânia, cerca de R$ 8.672,49 (oito mil seiscentos e setenta e dois ryais e quarenta e nove centavos de ryais) por habitante, um número considerado bom, tendo em vista o dinamismo econômico nacional. Além disso, os mais ricos não estão tanto na berlinda, ao contrário, a fortuna dos mais ricos do reino, em pouco, ou nada alterou além da inflação, desde a implementação do plano econômico, mostrando que a Escorvânia conseguiu conciliar desenvolvimento econômico com uma relativa igualdade social.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Inflação da Escorvânia é uma das menores de sua história

De acordo com a pesquisa pelo próprio Príncipe Real e Ministro da Justiça da Escorvânia, o Reino da Escorvânia tem muito que comemorar, contando com a segunda deflação de preços desde a implantação do sistema econômico em Agosto de 2015.
A primeira deflação, ocorrida em Outubro de 2015, atingiu o patamar de -15,5%, e esta segunda, registrada agora em Dezembro, atingiu o patamar de -5,7%, ou seja, o Rial, a moeda escorvanesa, recuperou parte do poder de compra, em relação ao mês anterior (Novembro), quando a inflação atingiu 11,1% em relação ao mês anterior (Outubro).

Para o responsável pela pesquisa, o príncipe Hafez, a deflação é reflexo do Imposto Único Micronacional, que, além de aumentar a arrecadação fiscal do Reino, favoreceu a maior circulação de numerários, reduzindo a necessidade do Banco Nacional da Escorvânia (BNE) emitir mais papel moeda, como ocorria no passado, com maior frequência. 

Histórico da Inflação na Escorvânia

- Set/2015: 75,5%
- Out/2015: -15,5% 
- Nov/2015: 32,7%
- Dez/2015: 9,7%
- Jan/2016:  11,8%
- Fev/2016: 23,1%
- Mar/2016: 13,0%
- Abr/2016: 6,2%
- Mai/2016: 12,4%
- Jun/2016: 22,9%
- Jul/2016: 5,3%
- Ago/2016: 14,2%
- Set/2016: 7,0%
- Out/2016: 8,2%
- Nov/2016: 11,1%
- Dez/2016: -5,7%
- Média do Período: 14,5%

Como pode ser observado, o histórico das taxas inflacionárias do Reino, a tendencia sempre tem sido de redução destas taxas, principalmente após Julho de 2016, quando taxas acima de 10% tornaram-se menos frequentes (apenas dois casos: em Agosto e em Novembro). Para o responsável pela pesquisa, isto mostra um amadurecimento da economia escorvanesa, que tem mostrado exito pela simplicidade e funcionalidade, desde sua implantação. 

Atualmente, de acordo com a pesquisa, já foram emitidos R$ 121.270,85 pelo BNE, até o momento. De acordo com a mesma pesquisa, R$ 1.00 (um ryal) de Agosto de 2015, corresponderia hoje a quantia de R$ 23,78 (vinte e três ryais e setenta e oito centavos), mostrando a mudança do poder de compra da moeda. 

Mas, apesar da perda do poder de compra da moeda, verifica-se que o cenário econômico é bastante positivo, e que, provavelmente, se o ritmo atual for mantido, a inflação média geral em Julho do ano que vem será de no máximo 8%, algo que é admirável para um sistema econômico micronacional.

Se considerarmos que cada mês micronacional equivale a três meses macronacionais, para fins econômicos, poderíamos dizer que temos o seguinte cenário para o Ryal escorvanes: 

Inflação Média no Primeiro Ano: 25,6%
Inflação Média no Segundo Ano: 13,5%
Inflação Média no Terceiro Ano: 13,4%
Inflação Média no Quarto Ano: 10,12%
Inflação Média no Quinto Ano: -1,43% (*)

(*) Até o momento.

Desta forma, vejamos que, apesar dos altos e baixos, a inflação sempre tem tido queda, atingindo seu ápice no ano de implantação da moeda, algo normal com qualquer sistema econômico, mesmo macronacional. Assim, o cenário é bastante otimista para o futuro da nação.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Novos Movimentos Políticos: A construção de uma nova Escorvânia

Novos tempos para a política da Escorvânia surgem, e a divisão entre esquerda e direita no país deixa de ser tão clara como foi no passado, quando surgiram os movimentos políticos no Reino.

Historicamente, a direita escorvanesa foi representada pelo Movimento Conservador, que defendia o tradicionalismo cultural escorvanês, enquanto, a esquerda, tínhamos o Movimento dos Trabalhadores, que defendia uma política trabalhista, nunca sendo explicita se esta política possuía ou não cunho socialista.

Contudo, o Movimento dos Trabalhadores veio a sofrer fortes mudanças, e, para manter-se na oposição aos conservadores, mudou seu nome para Movimento Liberal, todavia, reduziram-se as diferenças ideológicas entre os movimentos, fazendo com que o Movimento Liberal situasse no centro político da Escorvânia, deixando a Esquerda sem qualquer representatividade no Reino.

Recentemente, com o aumento significativo da atividade no Reino, fez com que surgisse uma terceira frente política, baseada no nacionalismo e conservadorismo social: o Movimento Patriótico. Com o surgimento do Movimento Patriótico, os conservadores perderam sua posição como direita escorvanesa, passando-se a situar na centro-direita nacional.

A mudança na posição política do Movimento Conservador, fez com que o diálogo entre o Movimento Conservador e Liberal se intensificasse, a ponto de decidirem, nesta data de hoje, pela fusão dos dois movimentos, a fim de formar o maior movimento político do Reino da Escorvânia: o Movimento Democrático Conservador.

Com o surgimento do Movimento Democrático Conservador (MDC), manteve-se muitas das bandeiras de luta do extinto Movimento Liberal, fazendo-se clara oposição ao Movimento Patriótico, contudo, a defesa do tradicionalismo cultural escorvanês manteve-se no novo movimento, que passa a defender uma política conservadora baseada na democracia e no pluralismo social. Desta forma, o MDC torna-se um ícone forte do centrismo político escorvanês, com cinco membros fundadores.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Atividade Crescente em Damanistão: Um pouco de história sobre o sistema de Emirados

Embora tenha passado um bom tempo com baixa atividade, desde a queda das atividades em sua principal cidade, Dubai, o Emirado do Damanistão (oficialmente Emirado da Jordânia e Damanistão), nesta semana, voltou a plenitude de suas atividades, de forma que não era vista desde a Convenção de Belen, que reorganizou o sistema de regiões autônomas na Escorvânia. 

Um pouco de história

Quando surgiu o sistema de regiões autônomas, a ideia tinha por finalidade a defesa militar e colonização, de forma mais rápida, de todo o território escorvanês. 

Como sabido, a Escorvânia surgiu na península de Hatay, todavia, as circunstâncias históricas permitiram que a pequena nação do Hatay dominasse outras nações, que aderiram voluntariamente ao Reino da Escorvânia, durante o Reinado de Abbas I.

Por conta desta adesão voluntária, foram conferidas a estas nações, o status quo de regiões autônomas, permitindo com que elas mantivessem seus governos autônomos, respeitando as disposições constitucionais do Reino incorporador.

O Emirado do Damanistão, quando foi incorporado, trouxe consigo cinco membros ativos para o Reino da Escorvânia, aumentando significativamente a relevância da micronação escorvanesa. Conjuntamente com Damanistão, foram incorporados os Emirados Árabes Unidos, que passariam a fazer parte do Damanistão, dentro da Escorvânia. 

A incorporação dos Emirados Árabes modificaria totalmente a dinâmica do Damanistão, que passaria a ser largamente focada aos Emirados Árabes, que, apesar da então baixa atividade na época de sua incorporação, contava com uma geografia que permitiu o rápido desenvolvimento de importantes centros urbanos, dentre eles, Dubai, que se tornaria a principal cidade da Escorvânia, sob as mãos do Sr. Khalid Al-Ghandir. 

Dubai, contudo, chegou a tornar-se um emirado, por um efêmero período, quando atingiu o auge de sua atividade, após ser reincorporada novamente ao Damanistão, aonde permanece até os dias atuais. 

Após a reincorporação, Dubai se tornaria a principal cidade do emirado, embora nunca tenha sido capital deste, a preocupação em recuperar o prestígio dos tempos áureos da cidade, sempre foi evidente no governo emiral, o que tem sido conquistado sutilmente. 

Embora tenham existido até três emirados e dois protetorados na Escorvânia, hoje Damanistão é o único emirado do país que sobreviveu a um período aonde a ocupação territorial era indispensável para a defesa da Escorvânia, e o sistema de emirados era a única forma de fazer isto rapidamente.

Após a convenção de Belen, o único emirado a sobreviver foi Damanistão, por razões culturais, contudo, deixou de possuir um Poder Judiciário próprio (que nunca chegou a ser instalado anteriormente), e restrita suas autonomias, uma vez que o foco é a integração do Damanistão à Escorvânia. Com a mesma convenção, teve seu território sensivelmente reduzido, mesmo com a incorporação da Jordânia ao território, como forma compensatória, aonde o governo emiral resolveu realizar investimentos, sobretudo na área da educação, criando a UNIJOR, que deve entrar em funcionamento até Março de 2017.

Mudanças Inovadoras

O Emirado teve de se adequar a Convenção de Belen, e ao mesmo tempo, recuperar sua atividade, o que foi conseguido de forma exemplar, apontando, até a data de ontem, a atividade de três membros, esperando o emirado atingir a meta de atividade com cinco membros. 

Atualmente o emirado conta com seis cidades, tendo três ativas (Damman, Dubai e Tabuk), e uma em iminente atividade (Nova Damman - aonde ficará sediada a UNIJOR).

O governo Emiral instalou a prefeitura de Dubai e Tabuk, além da Governadoria da Damânia, reestruturou as contas bancárias do Emirado e suas dependências e pretende tornar a atividade do micronacionalismo mais estável.

Também foi concedida a Ordem do Crescente do Damanistão ao Sr. Raviv Al-Abdallah, que foi o primeiro condecorado da história pela ordem, por conta de seus grandes feitos praticados à sociedade escorvanesa.

O futuro

Todos sabem que o sistema de emirado não tem mais a finalidade que possuía no passado, mas sabemos que as contribuições do Emirado do Damanistão serão eternas para a Escorvânia, dentre elas, a construção da UNIJOR, a construção de várias cidades, dentre elas Dubai, que hoje está na dianteira da Escorvânia, e todo seu espírito de empreendedorismo. 

É incerto o futuro do sistema de emirados, mas é certo que o espírito damanistani sempre estará vivo na sociedade escorvanesa, graças a sua história e obras que deixa como legado à sociedade. 


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Iniciativa de venda de lotes na Jordânia é um sucesso

No dia 23 de Outubro, o governo da Jordânia e Damanistão, anunciou o nome dos contemplados com o programa de venda de lotes, por sorteio, de Nova Damman, aonde será edificada a Cidade Universitária da UNIJOR.

A venda de lotes mostrou-se uma grande oportunidade de investimentos que, apesar de arriscada, todos conseguiram ser contemplados.

Agora, o governo da Jordânia e Damanistão está preparando a documentação para a oficialização das aquisições, tendo o governo o prazo de 20 dias úteis para concluir os trâmites de transferência de propriedade aos contemplados. Após a transferência da propriedade aos contemplados, estes poderão edificar seus imóveis ou revendê-los a terceiros.

A iniciativa da venda por sorteio, teve como base estimular a competitividade entre os cidadãos e arrecadar fundos para a edificação da nova cidade universitária.

Imposto Único na Escorvânia: Primeiras Impressões

Recentemente, entrou em vigor, no dia 3 de Novembro, o Imposto Único Nacional (IUN), que unifica, em escala nacional, toda a tributação do Reino, tornando simplificada a arrecadação tributária, que passa ser unicamente voltada nas movimentações bancárias dos contribuintes.

A iniciativa da criação do IUN, veio da ineficiência dos municípios e regiões autônomas em tributar, como era previsto no Código Tributário do Reino, além do elevado aumento da concentração de capitais no Reino da Escorvânia, que estava ameaçando o futuro da economia nacional. Com o novo imposto, o governo espera que os capitais, hoje congelados em contas bancárias, sejam empregados na economia de forma mais ativa.

Com o IUN, o contribuinte poderá saber quando e quanto pagará de impostos, ficando despreocupado com "surpresas tributárias", como ocorria anteriormente, explica o Ministro da Justiça Hafez Al-Feres. 

Abaixo, selecionamos algumas das dúvidas mais frequentes sobre o novo imposto:

Quais impostos foram substituídos pelo IUN?

O IUN substituiu o IMEX, o IOF, o ICMS e o ITBD, em todo o território nacional. Desta forma, o contribuinte pagará, de uma só vez por período fiscal, um tributo baseado na renda do contribuinte, todos seus tributos devidos à fazenda pública nacional. Desta forma, as propriedades na Escorvânia ficaram totalmente isentas de impostos. Vale destacar que a administração pública ainda poderá cobrar taxas pelos serviços públicos prestados individualmente.

Qual é a duração do período fiscal?

O período fiscal terá duração de 25 (vinte e cinco) dias. Desta forma, como a primeira arrecadação ocorreu em 3/11/2016, a próxima ocorrerá somente em 28/11/2016, e assim sucessivamente.

Quanto terei de pagar de IUN?

O imposto adota um sistema de alíquotas progressivas, que recaem sobre o saldo da conta-corrente e também sobre os depósitos realizados na conta corrente do contribuinte. 

- Alíquotas sobre o saldo da conta-corrente do contribuinte: Nesta modalidade, o IUN incidirá da seguinte forma, com oito faixas de arrecadação diferentes, de acordo com o saldo da conta-corrente do contribuinte:
1ª Faixa - saldo inferior a R$ 300.00 - Valor cobrado: R$ 100.00 (Impacto: 33,4%)
2ª Faixa - saldo entre R$ 300.00 a R$ 400.00 - Valor cobrado: R$ 200.00 (Impacto: 66,7%)
3ª Faixa - saldo entre R$ 400.00 a R$ 600.00 - Valor cobrado: R$ 300.00 (Impacto: 75%)
4ª Faixa - saldo entre R$ 600.00 a R$ 1,000.00 - Valor cobrado: R$ 400.00 (Impacto: 66,7%)
5ª Faixa - saldo entre R$ 1,000.00 a R$ 2,200.00 - Valor cobrado: R$ 500,00 (Impacto: 50%)
6ª Faixa - saldo entre R$ 2,200.00 a R$ 3,000.00 - Valor cobrado: R$ 600,00 (Impacto: 27,2%)
7ª Faixa - saldo entre R$ 3,000.00 a R$ 5,900.00 - Valor cobrado: R$ 700.00 (Impacto: 23,4%)
8ª Faixa - saldo acima de R$ 5,900.00 - Valor cobrado: R$ 900.00 (Impacto: 15,3%)

É importante frisar que o imposto não será exigido, quando o saldo em conta-corrente for insuficiente para o pagamento do tributo.

- Alíquotas sobre os depósitos bancários: Nesta modalidade, o IUN incidirá sobre os depósitos bancários, da seguinte forma, com apenas três faixas de incidência:
1ª Faixa - depósito de até R$ 300.00 - Valor cobrado: R$ 10.00 (Impacto: 3,4%)
2ª Faixa - depósito de R$ 300.00 a R$ 900.00 - Valor cobrado: R$ 30.00 (Impacto: 10%)
3ª Faixa - depósito acima de R$ 900,00 - Valor cobrado: R$ 50.00 (Impacto: 5,5%)

Quem não pagará o IUN?

De acordo com o Código Tributário do Reino da Escorvânia, não pagarão o IUN, as fazendas públicas em geral, o templos religiosos, as embaixadas e representações de governos estrangeiros e as pessoas jurídicas de direito público que não exerçam atividade econômica.


terça-feira, 4 de outubro de 2016

Cidade Sacra é projetada para a Jordânia

O Plano para Ocupação e Colonização da Jordânia (PCOL-Jordânia), feito pelo Emirado da Jordânia e Damanistão, ainda não divulgado oficialmente, mas já mencionado por diversas vezes em discursos do Emir Dom Hafez, prevê a divisão territorial da Jordânia em cinco municipalidades (Aman, Al-Feres, Madaba, Nova Damman e Tabuk).

Destas cidades, somente Tabuk existia antes da ocupação da Jordânia, aonde existe uma pequena vila, sem governo municipal constituído, herdada da antiga Arábia Feresita.

O plano de colonização pretende entregar, até Janeiro de 2018, as cinco cidades, devidamente urbanizadas, ficando a capital adminitrativa em Aman, a cidade universitária em Nova Damman, e Madaba, por estar as margens do Rio Jordão, como cidade sacra.

A cidade sacra em questão, seria administrada pela Igreja Cristã da Escorvânia, que irá instalar uma infraestrutura completa voltada para a propagação da religiosidade cristã no país.

Acerca do projeto da cidade cristã, pouco foi divulgado, mas acredita-se que, igual está sendo feito em Nova Damman, Madaba será também uma cidade planejada.

Antissemitismo: Por que ainda existe?

Uma das coisas que mais preocupam na atualidade é a sobrevivência dos sentimentos antissemitas em nossa sociedade. 

Como sabemos, milhares de homens e mulheres inocentes, foram brutalmente assassinados por práticas antissemitas em todo o mundo, pela única razão de pertencerem ao povo semita, que sem sombra de quaisquer dúvidas, é o povo escolhido por Deus, o Deus de Abraão, que presenteou o Oriente Médio com toda sua herança e sabedoria.

Infelizmente, os demais povos não aceitam este fato, e as perseguições quase sempre são frequentes, sejam em macro ou no micronacionalismo, que a princípio, deveria ser um hobby, aonde todos poderiam ser o que quisessem, mas como sabemos, o jogo de poder no micronacionalismo, faz justificar perseguições que nem sequer deveriam existir por aqui.

Infelizmente, uma turva perseguição aos povos semitas, independente de credo religioso, tem sido notável, e a Escorvânia tem sentido os reflexos desta perseguição, por ser a principal nação semita do micromundo lusófono. Por esta razão, os escorvaneses tem o sagrado dever de repudiar qualquer perseguição a nosso povo. Viva o povo semita! Igualdade, Liberdade e Tolerância para a lusofonia.

Emirado da Jordânia e Damanistão estuda implantação da UNIJOR

Recentemente, o governo do Emirado da Jordânia e Damanistão, editou um decreto que estabelece o Centro Universitário da Jordânia (UNIJOR) que será feito na cidade planejada de Nova Damman, na Jordânia.

Compreendida no meio do deserto, a cidade de Nova Damman será totalmente planejada para receber estudantes vindos de toda parte do país e do mundo, vindo a abrigar uma das mais modernas Escolas de Direito da lusofonia. 

No campi da UNIJOR serão oferecidos, além do curso de Direito, os cursos de Comunicação Social e Teologia, gradualmente instalados, assim que as obras para a instalação do centro universitário forem concluídas.

A previsão é que, até Janeiro de 2017, seja inaugurado o primeiro curso de Direito da Escorvânia, e depois, no decorrer do ano de 2017, a instalação dos demais cursos universitários.

Sobre o andamento da instalação do centro universitário, consultamos o governo emiral, que não forneceu entrevista a nossa equipe, mas outras fontes indicam uma possível parceria entre o governo emiral e a Monte Líbano para a execução do projeto.

Padme: Um futuro aliado? Entrevista com Dom Hafez.

Desde a vinda recente do Honorável Senhor Lobsang Tashi a Escorvânia, muitas dúvidas ficaram entre os compatriotas, dentre elas: Que país é Padme? Podemos confiar em um país dirigido por pessoas que historicamente tiveram em conflito com nossa nação? Quais as intenções de Padme? Enfim, muitas perguntas das quais não sabemos a resposta, mas podemos fazer meras suposições sobre.

O renomado Professor de Direito e Ministro da Justiça da Escorvânia, além de Reitor "pro tempore" da UNIJOR, Dom Hafez Al-Feres que já atuou, em algumas ocasiões, como representante diplomático no micronacionalismo lusófono, concedeu entrevista a nossa equipe, explicando a situação da Escorvânia com Padme.

(DH) - Dom Hafez | (FL) - Folha Liberal

FL - Antes de tudo, antes de começarmos nossa entrevista, a Folha Liberal gostaria de desejar um Bom Dia a Sua Alteza e prestar-lhe votos de saúde e prosperidade nesta data importante, que é seu aniversário!

DH - Antes de tudo, um Bom Dia a todos, e dizer que fico muito agradecido pelos votos de saúde e prosperidade prestados pela equipe da Folha Liberal, e muito mais agradecido ainda pelo convite de conceder esta importante entrevista, a fim de esclarecer a apreensiva sociedade escorvanesa sobre esta aproximação política entre as nações.


FL - Pois bem, prossigamos com nossa entrevista, nossa equipe gostaria de pedir a Sua Alteza, se tem como dizer para nossa equipe, alguns aspectos gerais sobre a nação de Padme e qual a razão desta aproximação com a Escorvânia?

DH - Pois bem, Padme é um pequeno país, situado na região do centro-leste asiático. Apesar de ser uma micronação orientalista, assim como a Escorvânia, não possui qualquer relação mais próxima, se não essa, com nosso Reino. Cultualmente falando, o país é bastante distinto do nosso, o que permite que não haja qualquer atrito neste sentido, sendo ambas as nações, representantes pioneiras de suas respectivas culturas, ou seja, ambas possuem interesses em comuns muito relevantes, que merecem atenção constante.


FL - Sua alteza nos disse, que ambas as nações possuem interesses em comum muito relevantes, Sua Alteza poderia nos citar-los.

DH - Sim, veja bem, Padme é uma micronação orientalista, assim como nós, e como sabemos, as micronações orientalistas, por conta do projeto orientalista ser bastante recente, ainda enfrenta grandes obstáculos no micronacionalismo lusófono, até por conta de preconceitos herdados do mundo macro, logo, um interesse em comum, se não o maior, entre Padme e Escorvânia, é desmistificar este preconceito sobre o oriente, e apresentar um modelo micronacionalista moderno, eficiente e sério, a fim de assegurar, inclusive, uma sobrevida ao micronacionalismo lusófono, que tem enfrentado sérias dificuldades ultimamente. 

FL - Correto. Vimos que falou sobre uma dificuldade recente enfrentada pelo micronacionalismo lusófono, e que as micronações orientalistas poderiam ajudar a superar esta crise. De que forma estas micronações poderiam fazer isso?

DH - Bom, uma principal característica das micronações orientalistas, desde que surgiram, em meados de 2014-2015, é a revisão das plataformas de envolvimento entre os participantes. O modelo de participação por fórum, consagrado no micronacionalismo lusófono, não está mais sendo eficaz em manter a atividade dos participantes. Com o surgimento das redes sociais e seu sucesso, principalmente no Brasil, as redes sociais mostraram-se muito mais eficazes em aproximar os micronacionalistas, do que os antigos fóruns ou listas de e-mails, pois, graças a mecanismos das redes sociais, permite que o participante mantenha atividade constante no micronacionalismo. Se considerarmos que o principal problema das micronações lusófonas hoje é a inatividade, esta mudança de plataforma mostrou-se bastante eficaz em combater este significativo problema, e temos a Escorvânia como prova da eficiência deste novo modelo de micronacionalismo, como sendo uma das micronações mais ativas do micromundo lusófono.

FL - Excelente. Mudando um pouco de assunto, a fim de responder uma das principais dúvidas da população sobre Padme, que está relacionada às suas lideranças: É possível confiar nas lideranças de Padme? O que foi feito até agora entre ambas as nações?

DH - Bom, Padme é um estado republicano, algo que, apesar de não ser inédito no micronacionalismo lusófono, torna o projeto, por si só, bastante ambicioso, tendo em vista o histórico fracasso das tentativas republicanas no nosso micronacionalismo, mas, apesar deste detalhe, não devemos nos preocupar com as lideranças de Padme, uma vez que eles buscaram aproximação com nosso país e deixaram bem claras suas intenções, coincidentes com as da Escorvânia. Contudo, a Escorvânia também agiu com cautela, rejeitando a dupla-nacionalidade entre os cidadãos, mas esta rejeição certamente não será impeditivo para a aproximação dos países. Por enquanto, um completo memorando está em votação na Assembleia Nacional, bastante autoexplicativo sobre o que foi acordado, e que, modesta parte, um dos melhores feitos até hoje.

FL - Para finalizar, Sua Alteza gostaria de deixar algum recado a nossos leitores?

DH - Meus amigos e minhas amigas, não precisamos ter medo de Padme, na verdade, esta aproximação somente demonstra o aumento de nossa influência no micromundo. Recentemente, tivemos a aproximação com os portugueses, agora com Padme, ou seja, de qualquer forma, a Escorvânia tem deixado de ser um remoto projeto, para se tornar uma emergente potência micronacional. Meus amigos, num devemos temer nações, mas sim indivíduos, observando suas atitudes constantemente, pois o micronacionalismo é feito de indivíduos, e estes é que fazem a grande diferença.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Escorvânia recebe os portugueses e discute políticas para o futuro das nações

A Escorvânia recebeu estes dias, a ilustre visita de Sua Excelência, Gabriel Bertochi, do Reino Unido de Portugal e Algarves (RUPA), que foi calorosamente recebido pela população nacional, que ofereceu-lhe estadia em um dos melhores hoteis da nação, Hotel Mehejar, na Cidade de Raiab, interior do país.

A visita do ilustre representante do governo português, teve por finalidade estreitar as relações diplomáticas entre a RUPA e o Reino da Escorvânia, mostrando uma frutífera parceria, com micronações sólidas e com muitos interesses em comum, sobretudo, para a promoção da paz mundial e desenvolvimento dos desportos micronacionais, última tendência de integração do micronacionalismo lusófono, tem tem surtido êxito em outras micronações, dentre elas, a Itália e a Escorvânia, que já conta com dois clubes de futebol (Dubai F.C. e o Monte Líbano).

Na visita, foi discutida a troca de embaixadas em entre os países, procedimento este ainda em discussão, que tem sido acompanhado pelas autoridades escorvanesas. Detalhes sobre o procedimento tem sido mantido em sigilo, por ser considerado um assunto de Estado entre os países. 

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Novos símbolos do Emirado da Jordânia e Damanistão

Com a ratificação da Convenção de Belen sobre a reorganização territorial da Escorvânia, o Emirado da Jordânia e do Damanistão substitui o antigo Emirado do Damanistão, modificando sua configuração territorial, sendo convocada uma Assembleia Constituinte, para editar o novo Estatuto de Autonomia do Emirado.

Dom Hafez permanece como Emir da Jordânia e Damanistão, não havendo qualquer mudança neste sentido, porém, novos símbolos regionais foram apresentados, como o novo brasão de armas do emirado (a esquerda).

Além do novo brasão, idêntico ao anterior, trazendo apenas mudanças quanto ao nome do emirado, no listel, foram apresentadas as bandeiras das governadorias que compõem o emirado (a da esquerda, Governadoria da Jordânia, da direita Governadoria do Damanistão): 

Apesar da adoção das novas bandeiras, a bandeira do emirado permanecerá sendo utilizada, como bandeira emiral, sendo as bandeiras das governadorias, uma identidade cultural a parte, que será utilizada como complemento da identidade dos jordanianos e damanis. 



terça-feira, 23 de agosto de 2016

Convenção de Belen: "O Nascimento da Nova Escorvânia".


O Reino da Escorvânia tem muito que comemorar, neste segundo ano de micronacionalismo oriental lusófono. Além do fato de comemorar, neste 21 de Agosto, os dois anos da lusofonia oriental, marcada pela fundação dos Emirados Árabes Micronacionais, hoje parte da Escrovânia, o Reino da Escorvânia aprovou um importantíssimo documento, que reestrutura toda nação escorvanesa.

Reorganização Territorial - O Reino da Escorvânia desocupa várias regiões então ocupadas pelo Reino, que nunca foram colonizadas, mesmo com o sistema de Emirados. Desta forma, o território atualmente se subdivide em três regiões: Região Central (formada pela península de Hatay, região de Latakia e Tartus, Líbano, Israel, Cisjordânia, Sinai e a Jordânia Histórica); Região da Damânia (abrangendo a região do Qatar, dos Emirados Árabes e a porção central do antigo território do Damanistão); Região da Ilha Ramalha (composta pela Ilha Padre Anchieta, no Oceano Atlântico). Com este território, a Escorvânia passa a contar com um território de apenas 880 mil km², reduzindo significativamente seu território anterior, atendendo a exigências do micronacionalismo lusófono, para garantir mais seriedade ao projeto.

Com a mudança, o território agora apenas possui um único emirado (Emirado da Jordânia e Damanistão), que ficará responsável por governar a Jordânia e a Damânia, cuja capital permanece em Damman, sendo estudada a criação de uma cidade planejada no interior da Jordânia, com a criação da primeira Faculdade de Direito do mundo árabe micronacional.

Proteção dos Territórios Sagrados - Os territórios sagrados de Meca e Medina e de Jerusalém, passam a ser incorporados, definitivamente, no território Escorvanês, com proteção especial. Ao território de Meca e Medina, assegura-lhes as mesmas prerrogativas cabíveis aos Emirados, enquanto a Cidade Religiosa de Jerusalém, assegura-se o status quo de Governadoria do Governo Central da Escorvânia, igual ocorre na Ilha Ramália. Tais mudanças conferem maior autonomia e proteção a estes locais, além de políticas específicas para suas particularidades.

Carta de Direitos - Junto com a convenção, foi aprovada uma extensa carta de direitos civis e políticos a sociedade escorvanesa, estabelecendo Direitos Humanos Fundametais e Universais para a sociedade escorvanesa, algo ímpar e inédito no micronacionalismo lusófono, mostrando, mais uma vez, a defesa constante da Escorvânia dos direitos humanos e respeito a pessoa humana. Segue abaixo, o texto da carta de direitos:

Art. 1.           São direitos assegurados a todos os que estiverem sob o Reino da Escorvânia e suas dependências:
I.                    A vida, desde sua concepção até o término definitivo dos batimentos cardíacos;
II.                  A integridade moral e física;
III.               A propriedade privada individual ou coletiva, assegurando-se ao proprietário o pleno gozo das faculdades de usar, gozar, dispor e usufruir, desde que atendida a sua função social, não podendo dela ser destituída, salvo em caso de relevante interesse público, mediante o pagamento de justa e prévia indenização, nos termos da lei;
IV.               Aos direitos autorais sobre criação ou invento em território regional;
V.                  A herança, não podendo haver confisco sobre os bens deixados em território regional, ressalvando-se as hipóteses de inexistirem herdeiros aptos à sucessão ou em iminente interesse público inquestionável;
VI.               Ao sigilo das comunicações cibernéticas, sendo vedado o uso de “print screens” como meio probatório, ressalvada a hipótese de seu uso para fins de instrução criminal, nem tampouco a exposição do conteúdo das comunicações, sem a autorização da outra parte, quando se tratar de outras demais finalidades não probatórias;
VII.             A educação básica primária, desde os quatro anos de idade, até ao décimo segundo ano de vida, de forma gratuita;
VIII.          A liberdade de expressão, sendo assegurado o direito de resposta, assim como a liberdade de imprensa, nos termos previstos no Art. 34 da Constituição Real;
IX.                A liberdade de informação, podendo exigir dos órgãos públicos, informações necessárias para a transparência política, sendo resguardado o direito de sigilo, quando se tratar de questão onde o interesse público assim o exigir;
X.                  A liberdade de locomoção, por todo o território regional, em tempos de paz;
XI.                A liberdade de crença religiosa, permitindo a todos, o direito de crer ou não possuir crenças religiosas;
XII.             A liberdade de culto para todas as religiões, em local privado, sem perturbar o sossego público, e sem a realização de condutas de proselitismo, nos termos da lei;
XIII.           A liberdade de exercer qualquer ofício ou profissão e usufruir dos proveitos da livre iniciativa, sem ser compelido pelo Estado, desde que se trate de atividade empreendedora ou laboral que não seja expressamente proibida em lei;
XIV.           De que não haverá condenação criminal sem o prévio julgamento, assegurando-se ao réu o direito ao contraditório a ampla defesa, nos termos da lei;
XV.             Não será aplicada, em território nacional, nenhuma pena de caráter cruel, com finalidade vexatória, sendo permitidas somente as seguintes penas, de acordo com a gravidade do delito comentido, nos termos da lei:
a)       Morte;
b)       Banimento permanente;
c)        Remoção temporária;
d)       Prestação de Serviços Comunitários;
e)       Suspensão de Direitos;
f)         Multa.
XVI.           Não haverá crime sem lei, nem pena sem prévia estipulação legal;
XVII.        A segurança pública e a defesa da propriedade e da integridade física, permitindo-se o porte de armas, para fins de autodefesa, nos termos da lei;
XVIII.      O direito de reunir-se, com fins pacíficos, em listas, sem ser compelido ou reprimido pela autoridade policial, salvo em estado de exceção, previamente justificado;
XIX.           O direito a livre constituição familiar e à assistência social aos núcleos familiares desamparados, nos termos da lei.

A presente carta passou a entrar em vigor a partir de ontem, dia 22, quando foi apresentada a sociedade escorvanesa.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Fakismo e Paplismo: A Escorvânia no combate ao mal micronacional!

Um dos assuntos mais polêmicos da atualidade micronacionalista, é a prática de paplismo, que nada mais é que a utilização de perfis falsos para simular a existência de atividade micronacional.

Esta conduta surgiu no micronacionalismo lusófono, por volta do ano de 1996, quando o projeto micronacionalista de Porto Claro começava a decair, e em uma atitude desesperada, o Rei tentou esconder esta realidade do micromundo, fazendo com que a micronação perdesse sua credibilidade. Desde então, diversas micronações tem combatido esta prática, dentre elas Itália, França e Escorvânia.

No caso do Reino da Escorvânia, por utilizar-se da plataforma do Facebook para desenvolver a prática, a lei contempla duas hipóteses de punição ao paplismo: o crime de paplismo (com previsão no Art. 44 do Código Criminal) e o crime de fakismo (previsto no Decreto Real 56/2016).

Crime de Paplismo (Art. 44 do Código Criminal)

O Código Criminal do Reino da Escorvânia introduziu, desde sua entrada em vigor, em Julho de 2015, o crime de paplismo na Escorvânia, cuja conduta consiste em: "Utilizar-se de perfil falso, já possuindo outro perfil cadastrado no Reino, a fim de obter vantagens através do uso deste outro perfil". Em outras palavras, para configurar o crime de paplismo, na legislação escorvanesa, não basta apenas utilizar-se de perfil falso, como também é preciso possuir outro perfil (no caso verdadeiro, ou considerado como verdadeiro) na prática micronacionalista e obter vantagens com o uso deste perfil falso, ou seja, o simples fato de possuir o perfil falso, tendo outro (o verdadeiro) no Reino, não constitui crime. 

O tipo penal ainda contempla, em seu § 2º, que o crime de paplismo também se configurará, quando estrangeiro criar perfil falso, para utilizá-lo na prática micronacionalista escorvanesa. Ou seja, se o indivíduo, que participa de outra micronação, também participar simultaneamente da Escorvania, utilizando-se nesta, de perfil falso, fazendo-se passar como cidadão nacional, incorrerá também em paplismo. A doutrina nacional tem chamado esta hipótese de paplismo como "Paplismo Transnacional".

 Crime de Fakismo (Decreto Real nº. 56/2016)

O crime de fakismo é uma inovação jurídica micronacional, adaptada a plataforma aonde se realiza o micronacionalismo escorvanês (Facebook). Editado em Abril deste ano, o Decreto-Real nº. 56/2016, este decreto institui a política escorvanesa de combate aos perfis falsos (fake), expressamente definidos no Art. 2º do referido decreto como: Art. 2º - Fake é um perfil falso, incompatível com a verdade, não é a verdadeira representação do usuário do Reino da Escorvânia .

A lei do fakismo vem para abranger a punição anteriormente assegurada pelo Código Criminal, trazendo inúmeras punibilidades distintas a utilização de perfis falsos, conforme o delito praticado durante sua utilização, previstas no Art. 5º ao 11º do referido Decreto.

De acordo com a doutrina jurídica, inclusive, o Paplismo Transnacional foi revogado pelo Art. 6º do referido decreto, por conter redação semelhante, neste caso, considerando o princípio da novatio legis, prevalece a lei posterior, que inclusive institui punição mais severa, pois não se restringe apenas ao banimento permanente, como também embarga a entrada do cidadão estrangeiro no país.

No Mundo

Verifica-se na legislação estrangeira, não existir qualquer diploma legal similar ao Decreto-Real nº. 56/2016 em vigor, que contemple tantas hipóteses de punição ao paplismo e ao fakismo, verificando, inclusive em Reunião, micronação pioneira na punição desta conduta, a ausência de um diploma legal tão específico, conforme explica o jurista e Emir do Damanistão, Dom Hafez Al-Feres.

Desta forma, certamente, a legislação de fakismo é um motivo de orgulho nacional para a Escorvânia, que mostra-se não somente pioneira, na sua nova forma de fazer micronacionalismo, como também engajada na luta pela seriedade do micronacionalismo. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Últimas da semana: "Uma Escorvânia que reluz ouro".

O nosso jornal Folha Liberal ganhou reconhecimento internacional, com o Prêmio Peregrino de Jornalismo, na categoria de "Melhor Matéria Investigativa", sem dúvida uma formidável conquista para a equipe liberal.

Além da conquista, a Escorvânia está as vésperas de suas eleições diretas para parlamentar, aonde grandes nomes da política nacional, como Dom Hafez, aparecem como candidatos para a próxima legislatura.

O ex-cidadão Raonne foi declarado apátrida, e considerado, definitivamente, 'persona non grata' do micronacionalismo escorvanês.

Por fim, em Damman, ocorreu o coquetel de confraternização em comemoração ao aniversário da Primeira-Ministra, que foi bastante elogiado por todos os convidados presentes. A escolha de Damman para a festividade, deu-se a tranquilidade da cidade, afastando-se dos grande agito de Belen.

Os momentos atuais da semana, trazidos em uma breve matéria jornalistica, mostram, o quanto a Escorvânia está evoluindo e inovando o modelo micronacionalista.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Kfah cria a Ordem Escorvanesa de Mérito Micronacional

Neste final de semana, nas dependências do palácio real, em uma festividade reservada a um público bastante seleto, o Kfah anunciou a criação da Ordem Escorvanesa de Mérito Micronacional, que tem por fim, agraciar, todos os micronacionalistas, escorvaneses ou não, em razão de seus grandes feitos para o desenvolvimento cultural e político micronacional.

A escolha da cor verde para representar a ordem, remete a "cor-maior" do Reino da Escorvânia, enquanto a própria composição da medalha, traz ao seu cento, uma cabeça humana, com seu cérebro exposto, representado por um globo terrestre, representando a simbologia, conjuntamente, a primazia pelo intelecto, a integração entre os povos e a aspiração pelo desenvolvimento da humanidade, tratando todos os homens como iguais e integrados em busca do bem e progresso comum. 

O ex-Grão Vizir comete atentado contra a Cultura Nacional

A equipe do jornal Folha Liberal, recebeu informações do Gabinete-Mor escorvanês que o ex-Grão Vizir e antigo cidadão escorvanês Samir Ibrahim Al Feres, conhecido também por ser Rabino-Chefe da Confederação Judaica Micronacional (COJUM), cometeu grave atentado ao patrimônio cultural do Reino. As autoridades infelizmente nada podem fazer contra o atentado, tendo em vista o fato de que o ex-cidadão não possui mais qualquer vínculos diretos com a atividade micronacional, todavia, cometeu um ato de questionável maturidade, ao invadir banco de dados do Ministério da Comunicação, causando grande prejuízo cultural, excluindo áudios referentes as programações do aniversário do Reino e do Aniversário do Kfah.

O prejuízo causado é irreparável e inestimável, abalando toda sociedade escorvanesa, inclusive Sua Majestade Real, o Kfah, que mostrou-se publicamente estar muito desapontado com a atitude do ex-cidadão.

O Ministério da Cultura não sabe se conseguirá produzir novos áudios para as festividades, pois a produção levaria muito tempo, pois os mesmos foram feitos em língua árabe, com o auxílio de toda uma equipe técnica, que se utilizou de pessoas alheias ao micronacionalismo, para sua elaboração.

Por sorte, o Emir da Árabia Feresita Abdullah Al Feres, que auxiliou na produção dos áudios originais, tinha preservado para si, uma cópia de segurança, de grande parte conteúdo, que será disponibilizada ao público novamente em breve.

Em relação ao Jornal Al-Sahar , ele também voltará com a organização da Princesa Alya Al Haddad Bent Samir Al Feres, herdeira do antigo cidadão Samir Al Feres, prometendo preservar todos os conteúdos originais, prometendo trazer novidades. O objetivo da nova direção é fazer com que o jornal volte a ser um dos principais organismos de mídia informativa do Reino, ao lado do Jornal Al Hussein e da Folha Liberal.

Acerca da volta do Jornal Al-Sahar, entrevistamos o Sr. Hafez Al-Feres, que declarou o seguinte: "Estou muito contente com a volta deste emblemático jornal". O emir do Damanistão, frisou ainda, acerca da atitude do ex-Grão Vizir: "O micronacionalismo sério é baseado na tolerância e no respeito comum, infelizmente, o que vimos ocorrer, foi um completo ato de intolerância, de imaturidade e despreparo do micronacionalista em lidar com as coisas do quotidiano". O emir destacou ainda: "Vale lembrar, que o motivo que o fez deixar a Escorvânia, somente demonstra a imaturidade deste micronacionalista, que deixou o hobby somente por não querer cumprir regras e determinações judiciais".

domingo, 24 de julho de 2016

Emir do Damanistão funda o primeiro clube de futebol do emirado

Estabelecido em Dubai, o rubro-negro damanistani, o Dubai Futebol Clube foi funado esta noite, por S.A.R.S. Dom Hafez, o Emir do Damanistão, na cidade de Dubai, aonde será estabelecido seu estádio e sede.

A iniciativa pioneira torna o Dubai como o segundo clube de futebol do país, atrás apenas do Monte Líbano, primeiro clube de futebol do país.

A iniciativa surge com a promoção de campeonatos de futebol micronacionais, utilizando-se da base do Hattrick. Insta salientar que, embora a atitude seja pioneira, ela não é tão inovadora: o desejo de promover o esporte no micronacionalismo é um antigo desejo de vários micronacionalistas, e esta é uma oportunidade única de talvez se obter sucesso real, neste esforço ímpar.

Conjuntamente com a fundação do Dubai, o Emir do Damanistão estabeleceu a Confederação Escorvanesa de Futebol, que pretende organizar todos os clubes do Reino, profissionalizando o esporte e ajudando na divulgação do futebol escorvanês em âmbito microinternacional.